Mostrando postagens com marcador oriente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oriente. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
História Antiga - Aula 03 - Hebreus
Marcadores:
arte,
comércio,
Cultura,
economia,
escravos,
guerras,
Hebreus,
historia,
história,
mesopotamia,
monoteísta,
oriente,
religião
sábado, 25 de outubro de 2014
História Antiga - aula 02 - A Mesopotâmia
Marcadores:
arte,
ásia,
Ciências,
civilizações fluviais,
Cultura,
divisão social,
guerras,
historia,
história,
imperios,
mesopotamia,
modo de vida,
O surgimentos das cidades,
oriente,
politica,
religião,
ruínas
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
História Antiga - aula 01 - O Egito Antigo
Marcadores:
Africa,
agricultura,
arqueologia,
arte,
camponeses,
cidade-estado,
civilizações fluviais,
comércio,
Cultura,
divisão social,
economia,
egito,
escravos,
guerras,
história,
oriente,
religião,
ruínas,
turismo
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 5 - As guerras de conquistas
A expansão pelo Mediterrâneo
O domínio da Península Itálica fez de Roma uma potência. Na disputa por rotas de comércio e terras, não tardou para que a cidade entrasse em conflito com outras potências do Mediterrrâneo.
O mais intenso dos conflitos ocorreu com Cartago, cidade ao norte da África fundada pelos fenícios e que controlava o Mediterrano ocidental. Ao todo foram três guerras entre romanos e cartagineses, denominadas Guerras Púnicas. Acompanhe:
![]() |
| clique para ampliar |
- A Primeira Guerra Púnica (264-241 a.C.) iniciou-se com a intervenção romana numa colônia de Cartago situada na Sicília. O conflito trouxe uma novidade para os romanos: o combate no mar. Com hábeis marinheiros, Cartago era a principal potência marítima do período. Os romanos só conquistaram a vitória após copiar, com a ajuda dos gregos, os barcos inimigos.
- A Segunda Guerra Púnica (218-202 a.C.) desenvolveu-se quase toda em território romano. Liderados por Aníbal, os cartagineses conquistaram várias vitórias. O quadro só se reverteu com a decisão romana de atacar Cartago. Aníbal viu-se então obrigado a recuar para defender sua cidade e acabou derrotado na Batalha de Zama (veja o mapa).
- Na Terceira Guerra Púnica (150-146 a.C.), Roma foi implacável com o inimigo. Atacou e destruiu completamente a cidade, escravizando os sobre viventes. Com essa vitória, completou-se o ciclo de batalhas que dariam aos romanos o controle de grande parte do Mediterrâneo.
Pintura atríbuida a Jacopo RIpanda, século XVI, representan-
do o general cartaginês Aníbal avançando com o seu exército.
Uma nova cidade
As conquistas transformaram Roma. Os espólios de guerra e os tributos pagos pelos vencidos enriqueceram a cidade. A nobilitas, isto é, a aristocracia formada de patrícios e plebeus enriquecidos, foi o principal grupo grupo beneficiado. Seus membros, sobretudo os senadores, continuaram a controlar os principais cargos públicos, civis e militares, assumiram a administração dos novos territórios.
As guerras possibilitaram ainda a formação de um novo grupo social: o dos cavaleiros. Eram assim chamados porque sua fortuna pessoal possibilitava que eles servissem na cavalaria durante as guerras. A fortuna desse novo grupo social provinha da cobrança de impostos e do comércio nas áreas conquistadas, além do exercício de cargos públicos.
![]() |
| vinho e azeite, principais produtos produzidos nas terras conquistadas pelos romanos. |
A economia também se transformou. A obtenção de terras e escravos levou ao surgimento de propriedades escravistas, que produziam principalmente vinho e azeite. Senadores e cavaleiros geralmente possuíam tais fazendas, que exigiam um alto investimento para serem montadas. Mas isso não significou o desaparecimento da pequena propriedade camponesa, que continuou produzindo cereais e outros alimentos de subsistência. A conquista de um império proporcionou um grande aumento do comércio.
O conflito entre romanos e cartagineses teve outra consequência: a luta pelo controle do Mediterrâneo oriental. Aliados de Cartago, os macedônios resolveram atacar Roma. A síria também acabou se envolvendo no conflito. Os dois impérios foram derrotados e submetidos pelos romanos em 190 a.C
O governo nas áreas conquistadas
Aliados: cidades da Península Itálica que decidiram unir-se a Roma. Não pagavam tributos, mas forneciam soldados para o exércitos.
Municípios: nome dado aos territórios conquistados na Península Itálica. Tinham que pagar impostos e fornecer soldados para os exércitos.
Províncias: territórios conquistados fora da Península Itálica. Em geral, eram governadas por um magistrado romano e deviam pagar impostos. Algumas províncias gozava de maior autonomia.
Em geral, em todos território conquistado a cultura e a organização administra tiva local eram respeitadas.
A escravidão em Roma
As conquistas de Roma e a expansão pelas terras do Mediterrâneo provocaram muitas mudanças. A mão-de-obra escrava aumentou, já que os prisioneiros de guerra eram transformados em escravos. Nos campos, além de camponeses livres, contratados geralmente no períodos de colheita, passou a utilizar escravos nas grandes propriedades.
Os escravos podiam ser prisoneiros de guerra, filhos de escravos ou até mesmo homens livres que se vendiam para um senhor. Alguns pais pobres também vendiam os filos como escravo. O escravo era considerado, pela lei, um dos bens do seu senhor: podia ser vendido, alugado ou morto.
Com o aumento do escravismo também despontaram as revoltas de escravos. As primeiras rebeliões ocorreram na Sicília, entre 136 e 132 a.C., sucedidas por outras mais fracas em outras regiões. Em 73 a.C., em Cápua, no sul da Península Itálica, o gladiador Espártaco liderou uma revolta contra Roma que durou dois anos. A rebelião foi sufocada; seu líder morreu em batalha e certa de 6 mil pessoas foram crucificadas.
A revolta dos escravos que ocorreram na Península Itálica e na Sicília não tinham por objetivo abolir a escravidão. Os revoltosos pretendiam somente libertar-se e fundar novas comunidades ou regressar às suas pátrias.
Marcadores:
Africa,
agricultura,
alianças,
camponeses,
comércio,
economia,
escravos,
Europa,
guerras,
historia,
história,
Império Romano,
imperios,
oriente
domingo, 29 de setembro de 2013
Exercícios Resolvidos - Mesopotâmia
Exercícios elaborados com base nas matérias:
Mesopotâmia
Trecho do código de Hamurábi
196º - Se alguém arranca o olho de um outro, seu olho deverá ser arrancado.
229º - Se um arquiteto constrói uma casa e ela cai, causando a morte do proprietário, o arquiteto deverá ser morto.
330º - Se o filho do proprietário morre, deverá ser morto o filho do arquiteto."
1. Considere as afirmações e assinale a alternativa incorreta.
I - O código de Hamurábi é a base do direito usado atualmente.
II- Pelo código, mesmo aquele que não tinha intenção de matar, deveria morrer.
III- O código não punia pessoas inocentes.
a.) Apenas a II está correta.
b.) Todas as afirmações, exceto a II estão corretas.
c.) Todas as afirmações estão incorretas.
d.) A I e a II estão incorretas.
2. "A mesopotâmia se dividia em duas partes: a Alta Mesopotâmia ou _______ e a Baixa Mesopotâmia ou _________, habitada pelos _______ e pelos caldeus."
a.) Assíria, Caldeia, suméricos
b.) Acad, Caldeia e babilônicos.
c.) Suméria, Acad e mesopotâmicos.
d.) Acad, Assíria, assírios.
3. "Os mesopotâmicos desenvolveram o primeiro sistemas de _______ da história, além de estudos de _____ e ______."
a.) Números, matemática, filosofia.
b.) Escrita, astronomia, matemática.
c.) Números, filosofia, astronomia.
d.) Escrita, astrologia, planetas.
4. Sobre os estudos astronômicos, assinale a alternativa correta.
a.) Previsão de eclipses.
b.) Elaboração de um calendário lunar de 12 meses.
c.) Astros celestes eram sinais de Deuses mesopotâmicos
d.) Todas as alternativas estão corretas.
5. "O novo império Babilônico teve ____ duração. Com a morte de _______, seguiu-se uma disputa pelo trono, que enfraqueceu o império. Em 539 a.C., os _____ conquistaram a cidade da ________."
a.) curta, Nabucodonosor, persas, Babilônia.
b.) curta, Ishtar, persas, Babilônia.
c.) curta, Hamurábi, gregos, Ur.
d.) curta, Lagash, bárbaros, Mesopotâmia
Gabarito (caso necessário selecione embaixo para visualizar)
1 - b) 2- a) 3 - b) 4 - d) 5 - a)
Marcadores:
A idade dos metais,
agricultura,
camponeses,
civilizações fluviais,
Cultura,
exercícios resolvidos,
guerras,
historia,
história,
mesopotamia,
oriente,
ruínas
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Hebreus parte 5 - Vida dos Hebreus
O território onde os hebreus se fixaram caracteriza-se por quatro regiões distintas:
Os hebreus que habitavam terra mais férteis eram sedentários: cultivavam trigo, cevada, lentilhas, pepinos, cebolas, oliveiras, videiras e figueiras.Também era comum a criação de abelhas para a coleta de mel.
Nas terra mais pobres, a população era nômade e praticava o pastoreiro de ovelhas e cabras. Era comum serem vistos grupos de homens vagando com seus rebanhos em busca de pastagens. Nas cidades havia muitos artesãos: ouvires, carpinteiros, ceramistas. A cidade abrigava também mercadores que comercializavam com Egito, Síria e as ilhas gregas.
Veja também a parte 6
![]() |
| Cebola, lentilha, trigo e videira, produtos cultivados pelos Hebreus |
- a costa do Mar Mediterrâneo;
- as montanhas da Galiléia, Samaria e Judéia.
- os vales, particularmente o do Rio Jordão
- o deserto.
Os hebreus que habitavam terra mais férteis eram sedentários: cultivavam trigo, cevada, lentilhas, pepinos, cebolas, oliveiras, videiras e figueiras.Também era comum a criação de abelhas para a coleta de mel.
Nas terra mais pobres, a população era nômade e praticava o pastoreiro de ovelhas e cabras. Era comum serem vistos grupos de homens vagando com seus rebanhos em busca de pastagens. Nas cidades havia muitos artesãos: ouvires, carpinteiros, ceramistas. A cidade abrigava também mercadores que comercializavam com Egito, Síria e as ilhas gregas.
Veja também a parte 6
sábado, 8 de setembro de 2012
Hebreus parte 4 - Cativeiro da Babilônia
Para os hebreus, a não-observância dos conselhos e advertências dos profetas, resultavam em tragédias que afetavam todo o povo. Exemplos disso, foram o cativeiros que os reinos foram submetidos na Babilônia, que começou assim:
Em 722 a.C. o rei assírio Sargão II tomou Samaria, a capital do reino de Israel, deportou a população para os territórios assírios e levou estrangeiros para ocupar as terra do reino de Israel. Essa estratégia tinha o objetivo de fazer com que, por meio do convívio forçado, os povos dominados perdessem a sua identidade. A conquista assíria ocorreu cerca de 150 anos antes do povo de Judá ser deportado para a Babilônia.
Séculos mais tarde, a miscigenação a que foi submetida a população de Israel gerou atritos entre esse reino e o de Judá. Como a população das tribos que formavam o reino de Judá não havia se misturado com outros povos no período, seus descendentes não consideravam mais a população do reino de Israel como seus parentes. Passaram a denominá-los samaritanos, ou seja, habitantes de Samaria, capital de Israel. O povo de Judá passou a ser conhecido como judeu.
▬ O fim do cativeiro da babilônia
Quando os persas conquistaram a Babilônia, em 538 a.C., autorizaram os judeus a regressar à sua terra e reconstruir o templo de Jerusalém.
Posteriormente os judeus foram submetidos por Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, e seculos mais tarde, pelo Império Romano.
No ano de 70 d.C. os romanos reprimiram uma rebelião, destruíram e saquearam o segundo templo de Jerusalém. Os judeus dispersaram-se então para várias partes do território do império.
Veja também a Parte 5!
Veja também a Parte 5!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Hebreus parte 3 - Um rei para Israel
![]() |
| Saul, primeiro rei israelita |
Com a morte de Saul, sei filho Davi subiu ao trono e reinou de 1000 a 960 a.C. O novo rei conquistou a cidade de Jerusalém e transformou-a na capital do reino. Davi também expandiu as fronteiras por meio de inúmeras guerras, até mesmo contra os filisteus, e fez alianças com as cidades fenícias.
◄ O reinado de Salomão
| Replica do Templo de Salomão |
O auge do poder monárquico em Israel deu-se no reinado de Salomão, filho de Davi. Ele reforçou o exército, elevou os impostos e estabeleceu relações comerciais com reinos da Arábia e da África. Foi também durante o reinado que se construiu o primeiro Templo de Jerusalém (ver imagem).
Com a morte de Salomão, por volta de 920 a.C., seu filho Roboão assumiu o reino e manteve a política de altos impostos. A população rebelou-se e reino foi dividido em dois: Israel e Judá (veja mapa). Dez tribos fizeram parte do reino de Israel, que se manteve independente até 722 a.C., quando foi conquistado pelos assírios.
O reino de Judá, tinha a capital em Jerusalém. Foi formado pela tribo de Judá e metade da tribo de Benjamim. Em 587 a.C o reino de Judá foi conquistado pelo rei Nabucodonosor, e parte da população foi levada para Babilônia.
veja também a parte 4!
veja também a parte 4!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Hebreus parte 2 - A Terra Prometida
► As doze tribos de Israel
A posse de Canaã foi lenta e difícil, pois os hebreus tiveram de enfrentar os povos que já habitavam o território. À frente das tribos de Israel, Josué cruzou o Rio Jordão e conquistou primeiro as cidades de Jericó e Ai. Depois, derrotou uma aliança de cidades do Sul lideradas pelo rei de Jerusalém e tomou as cidades localizadas nas montanhas e planícies de Judá. Por fim, derrotou a aliança das cidades do Norte.
A maior parte das terras de Canaã passou então para o domínio dos israelitas. De acordo com a Bíblia, coube a Josué dividir a região entre as doze tribos em que estavam organizados os descendentes de Israel e delimitar as fronteiras (veja mapa).
Os levitas, descendentes de Levi, que era um dos filhos de Israel, ficaram responsáveis pela vida religiosa, pelas cerimônias, pelos sacrifícios rituais e pelos utensílios usados nos cultos. Assim, na área que cada tribo recebeu, os levitas receberam cidades nas quais passaram a habitar.
As tribos formaram uma confederação que não tinha capital ou exército permanente.
A cidade de Jerusalém foi escolhida para sediar o santuário no qual uma vez por ano todo o povo deveria se reunir para prestar culto ao seu Deus.
Em épocas de conflitos internos e ataques inimigos, surgiam líderes chamados "juízes".
► O período dos Juízes
![]() |
| Samuel e Sansão |
Nos primeiros séculos em que os hebreus habitaram Canaã, cada tribo era liderada por um chefe político e militar, em geral, patriarca da família mais importante. Alguns indivíduos tinham maior autoridade e eram chamados de "juízes". Esses juízes eram responsáveis pela resolução dos conflitos internos e pela organização da defesa militar contra ataque de povos vizinhos. Passado o momento da crise, o juiz deixava de atuar e as questões voltavam a ser resolvidas pelos anciãos em cada tribo.
Entre os juízes destacaram-se Sansão e Samuel (ver imagem). De acordo com o relato Bíblico, a força física de Sansão foi fundamental na defesa do território contra os filisteus, já que o inimigo era militarmente mais equipado que os israelitas. Samuel foi o último juiz de Israel e quem convocou a assembléia que escolheu o primeiro rei: Saul
Veja também a parte 3!
Veja também a parte 3!
Hebreus parte 1 - A Terra prometida
☼ A origem dos hebreus
A principal fonte histórica para o estudo do povo hebreu são os cinco primeiros livros da Bíblia, o Pentateuco (ver imagem).
Segundo a Bíblia, Abraão era um velho pastor nômade que vivia na Mesopotâmia com sua família. Um dia, Deus o chamou e mandou que ele partisse dali com todos todos os membros de seu grupo e bens e fossem à procura de uma terra onde houvesse pastagens melhores para seu rebanho. Isso aconteceu, segundo estudiosos, por volta de XVIII a.C. Então, Abraão partiu para a Palestina (chamada de Canaã), em busca da Terra Prometida.
Uma vez estabelecidos nessa terra, os hebreus continuaram como pastores nômades, organizados em grupos familiares, chefiados por anciãos que receberam o nome de patriarcas. Os primeiro patriarcas foram Abraão, seu filho Isaac e Jacó, filho de Isaac, que teve seu nome mudado para Israel. Os descendentes de Jacó passaram a ser chamados de israelitas.
☼ A transferência para o Egito
Ainda segundo a Bíblia, um período de seca prolongado obrigou Israel e seus descendentes a emigrar para o Egito, na época governado por um povo estrangeiro, os hicsos.
Enquanto durou o domínio dos hicsos, os hebreus desfrutaram de prosperidade. Mas, depois que os egípcios expulsaram os invasores e reconquistaram o poder, os hebreus foram acusados por eles terem colaborado com o invasor estrangeiro e foram transformados em escravos.
Por volta do ano de 1220 a.C., surgiu a figura de Moisés, filho de hebreus criado pela filha do faraó, que dizia ter sido orientado por Deus para livrar seu povo da escravidão no Egito e conduzi-lo de volta à Terra Prometida.
De acordo com a narrativa bíblica no livro de Êxodo (em grego, "saída"), a libertação dos hebreus foi precedida de muitos sinais, conhecidos como "as dez pragas do Egito".
Durante quarenta anps Moisés conduziu o povo em direção à Terra Prometida, atravessando o Deserto do Sinai (veja o mapa). Ao chegar aos limites do Canaã, Moisés morreu e a liderança do povo foi assumida por Josué.
Veja também a parte 2!
Veja também a parte 2!
sábado, 1 de setembro de 2012
Fenícia - Parte 2
♫ O alfabeto fenício
O alfabeto fenício desenvolveu-se diretamente das escritas lineares mais antigas.
A escrita linear surgiu aproximadamente em 3500 a.C., na região da Mesopotâmia, como resultado do uso de desenhos em sequencia. Atualmente o sistema linear pode ser observado em diversas línguas. Algumas línguas são escritas ordenadamente em colunas verticais, como o chinês e o japonês; outras como o português e o hebraico, são em linhas horizontais.
A maior contribuição dos Fenícios, porém, foi terem conseguido representar todos os sons de sua língua com apenas 22 letras. Ao desenvolver letras que representavam sons, os fenícios criaram o alfabeto. Ele foi adaptado pelos gregos, que acrescentaram as vogais.
♫ A religião dos Fenícios
Apesar de estarem ligados ao mar, a agricultura e o pastoreiro foram a base da alimentação dos fenícios. Talvez isso explique a razão de suas divindades religiosas estarem associadas às forças da natureza, aos astros e à fertilidade.
A religião fenícia sofreu muita influência dos mitos caldeus egípcios. Os deuses fenícios são chamados de Baal e Baalat, "senhor" e "senhora", porque era proibido pronunciar seus verdadeiros nomes. O culto aos deuses era feito com oferendas de vegetais e animais e, ocasionalmente com sacrifícios humanos, inclusive de crianças.
♫ A Fenícia e os impérios
A Fenícia se localizava em uma região de passagem entre os povos da Ásia e o Egito. Por essa razão, todos os grandes impérios da Antiguidade, formados nas proximidades do Mar Mediterrâneo, apoderaram-se do território fenício. Foi o caso dos impérios egípcios, assírio, caldeu, macedônico e romano. O resultado disso foi que os fenícios receberam diversas influencias culturais, que depois eles se encarregaram de adaptar e difundir pela região do Mediterrâneo.
Fiim!!
Veja também:
Primeiras cidades: O comércio e a divisão do trabalho
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Fenícia - Parte 1
♪ O território da civilização Fenícia
A cultura fenícia começou a desenvolver-se por volta do século XIV a.C. Os fenícios ocupavam uma estreita faixa de terra situada entre o litoral do Mar Mediterrâneo e as montanhas do atual Líbano (Ver mapa). Uma parte do território era muito fértil, onde a população explorava oliveiras, para a produção d azeite de oliva, a agricultura de trigo e o corte de madeiras nobres, como o cedro; a outra parte do território era muito quente e árida, com secas praticamente o ano todo.
As altas montanhas impediam os fenícios de adentrar o continente e, por isso, eles voltaram seus esforços para o mar. O cedro das florestas possibilitou o desenvolvimento de estaleiros para construir embarcações.
♪ As cidades-Estados fenícias
Como as áreas férteis que permitiam a ocupação humana eram muito estreitas e isoladas por montanhas, as cidades fenícias se desenvolveram de modo independente umas das outras, ao longo da costa ou em ilhas do Mar Mediterrâneo. As principais cidades foram as portuárias de Biblos, Sídon e Tiro.
O isolamento geográfico contribuiu para que os fenícios não formassem um estado unificado. Por isso não existiu um reino ou império, mas varias Cidades-Estados independentes que rivalizavam entre si e lutavam contra vizinhos poderosos, como o hititas, os egípcios, os assírios os babilônicos. Casa cidade-Estado tinha seu próprio rei.
A influência dos fenícios pode ser percebida ainda hoje, como pelas ruínas de suas cidades na costa do Mar Mediterrâneo, visitada por milhares de turistas.
A influência dos fenícios pode ser percebida ainda hoje, como pelas ruínas de suas cidades na costa do Mar Mediterrâneo, visitada por milhares de turistas.
♪ Fenícios: artesãos e comerciantes
![]() |
| comércio fenício |
Os fenícios foram grandes artesãos: produziam tecidos, jóias, perfumes, cerâmica decorada, armas, objetos de marfim etc.
Inicialmente, o comércio era feito em caravanas pelo Deserto da Arábia. Compravam lã na mesopotâmia, linho, marfim e pedras preciosas no Egito.
Depois, eles desenvolveram conhecimentos relacionados à navegação, conquistando os mares e tornando-se os grandes navegantes do mundo antigo. Os fenícios eram temidos pelos gregos por suas atividades de pirataria, o que era comum na Antiguidade.
A navegação avançada permitiu aos fenícios cruzar o Mar Mediterrâneo e chegar ao Oceano Atlântico. Foram fundadas colônias na costa da África e na da Espanha, voltadas para o comércio e trocas de mercadorias.
Continuação
Continuação
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Tradições da Cultura Chinesa: Tai Chi Chuan
![]() |
| Tai Chi Chuan |
Os criadores do Tai Chi Chuan estabeleceram as bases dessa arte observando os elementos da natureza, como os animais, o fogo, a água, a terra, o ar, metais e a madeiras. Observando esses elementos, os chineses concluíram que uma mente e um corpo saudáveis, em harmonia com a natureza, eram o caminho para se atingir a perfeição.
Como outras tradições chinesas, O Tai Chi Chuan surgiu como uma arte marcial, ou seja, um tipo de treinamento voltado para o combate. Os praticantes dessa atividade defendiam que era preciso exercitar o corpo e a mente para lutar contra a injustiça. em defesa da verdade, dos fracos e necessitados.
Nos dias atuais, entretanto, a luta perdeu o significado e o Tai Chi Chuan transformou-s em uma prática voltada para o bem-estar físico, mental e emocional, praticada em todo o mundo.
Veja Também: O surgimento da Vida
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Tradições da Cultura Chinesa: Acupuntura
A acupuntura é uma técnica usada para prevenir doenças e recuperar a saúde do corpo humano. Ela surgiu no Vale do Rio Amarelo há aproximadamente 5 mil anos.
Ao longo do tempo, a técnica se expandiu e alcançou outros territórios asiáticos, como a Coréia e o Japão.
O método de acupuntura consiste em introduzir agulhas na pele para estimular pontos específicos, chamados de acupontos. Segundo a acupuntura, a força vital do corpo flui ao longo de doze linhas. Cada linha está ligado a um órgão do corpo.
Na China, é comum utilizar a acupuntura para tratar de diversas doenças. A eficácia dessa técnica levou a Organização Mundial de Saúde a reconhecer que a acupuntura é capaz de tratar de mais de 300 enfermidades, como sinusite, bronquite e conjuntivite.
Veja também:
Primeira cidades: O comércio e a divisão do trabalho
Ao longo do tempo, a técnica se expandiu e alcançou outros territórios asiáticos, como a Coréia e o Japão.
O método de acupuntura consiste em introduzir agulhas na pele para estimular pontos específicos, chamados de acupontos. Segundo a acupuntura, a força vital do corpo flui ao longo de doze linhas. Cada linha está ligado a um órgão do corpo.
Na China, é comum utilizar a acupuntura para tratar de diversas doenças. A eficácia dessa técnica levou a Organização Mundial de Saúde a reconhecer que a acupuntura é capaz de tratar de mais de 300 enfermidades, como sinusite, bronquite e conjuntivite.
Veja também:
Primeira cidades: O comércio e a divisão do trabalho
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
China parte 6: A vida e Cultura da dinastia Han
♦ Os ricos da Dinastia Han
A ampliação das comunicações dentro e fora do império permitiu a formação de um novo grupo de homens ricos, em geral grandes comerciantes, dirigentes de exército e grandes proprietários de terra, que viviam luxuosamente na capital de Chang'an.
Na capital, os nobres tinham uma vida parecida com a do imperador em seu palácio (ver imagem). Em sua casa, viviam rodeados de escravos, funcionários administrativos, mulheres e criados. Depois de se levantarem e de se vestirem segundo os costumes de sua condição social, eles passavam o dia envolvidos nos estudos ou tratando de negócios com seus funcionários.
Nas residências mais luxuosas, o dono da casa costumava promover banquetes, contratando bailarinos profissionais para animar os convidados.
♦ A expansão das letras e das artes
Os imperadores da dinastia Han decidiram recuperar a literatura chinesa, que havia sigo perseguida no império Ch'in. Iniciou-se um período de intensa criatividade, em que os letrados se voltaram ao estudo das tradições, presentes nos textos que haviam sobrevivido. Além de estudar textos antigos, os letrados elaboravam textos novos, que valorizavam as crenças populares.
A expansão do comércio e o maior contato com outras regiões também estimularam o gostos pelas artes. Surgiu então, uma arte refinada, que refletia uma sociedade preocupada com o luxo e, ao mesmo tempo, voltada para as crenças do passado. Espelhos, baixelas de bronze, tapetes, esculturas, peças de terracota e objetos decorativos de laca são alguns exemplos dessa arte sedutora.
Veja também outros posts da série China. Segue o Link:
China Parte 5: A formação da Dinastia Han
♦ A formação do Império Chinês
Por volta do século VIII a.C., a dinastia Chou (Zhou) demostrava sinais de fraqueza, enquanto os nobres se tornavam cada vez mais fortes. O enfraquecimento dessa dinastia levou à formação de vários reinos, que passaram a guerrear pelo poder.
Enquanto isso, a oeste, um novo reino se expandia, o Ch'in. Cerca de 250 anos antes de Cristo, os Ch'in anexaram as terras dos Chou e unificaram toda a China sob a autoridade de um único governante, o rei Ch'in Che Huang Ti. Com o rei Ch'in Che no poder, o primeiro impérador, nasceu uma China unificada.
O imperio Ch'in foi breve, mas sua obra permanece viva até hoje. Preocupado com as constantes ameaças de invasão ao norte, o imperador mandou construir a Grande Muralha da China (ver imagem 1), uma linha de defesa de 3 mil quilômetros de extensão.
Para reforçar o poder real, Ch'in Che tomou medidas importantes, como a construção de grandes obras de irrigação e a imposição de uma única moeda e de um único sistema de escrita para toda a China.
um túmulo funerário maciço, descoberto em 1974. Na tumba foram encontrados mais de 6 mil soldados e cavalos de terracota (Imagem 2). Tudo indica que as figuras representavam o exército do imperador, composto de oficiais perfeitamente equipados, arqueiros e soldados a pé.
♦ A Dinastia Han do Poder
A morte de Ch'in Che iniciou um período de agitações políticas e revoltas que se encerrou com a subida da dinastia Han no poder, por volta de 205 a.C.
Os imperadores da nova dinastia expandiram as fronteiras do império e procuravam manter o poder centralizado. Para isso, reforçaram o exército, estabeleceram uma língua oficial para todo o império, o mandarim, e impuseram um sistema-padrão de pesos e medidas.
A ampliação do contato da China com o Ocidente, por meio de rotas comerciais, favoreceu o surgimento de uma nobreza urbana e um maior interesse pelas artes.
Veja também os outros post da série China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 4
China Parte 6
Veja também os outros post da série China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 4
China Parte 6
Assinar:
Postagens (Atom)















