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sábado, 25 de outubro de 2014
História Antiga - aula 02 - A Mesopotâmia
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
História Antiga - aula 01 - O Egito Antigo
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 2 - A organização de Roma.
A organização social
A sociedade romana dividia-se basicamente em dois grupos:
- Patrícios (de patres, pais, chefes de família): formavam a aristocracia de Roma. Eles pertenciam a famílias que se consideravam descendentes de um antepassado comum. Eram os mais ricos, possuíam mais gado e terras. Por muito tempo, apenas os patrícios puderam lutar no exército.
- Plebeus (de plebs, multidão) eram os mais pobres, viviam como agricultores ou artesão e geralmente trabalhavam para os patrícios. Não tinham participação no governo da cidade. Mesmo quando enriqueciam não podiam participar intensamente da vida política de Roma.
Os clientes fazia parte da família do patrício protetor, mas não tinham direitos. O cliente recebia do patrício terras, gado e proteção. Em troca, deveria ajudar seu patrão em caso de guerra ou até auxiliá-lo economicamente. Para o patrício, quanto maior o numero de clientes sob sua proteção, maior era seu prestígio social e político
Nessa época já existiam escravos, mas ainda eram poucos, se comparado ao tempo posterior da república e do império.
A organização política
A primeira fase da história romana iniciou-se em 753 a.C., a data da fundação da cidade. Nessa fase, Roma teve uma forma de governo monárquica. Os últimos reis foram etruscos.
Durante a monarquia, o rei era eleito pelo senado, um conselho formado pelos chefes das famílias patrícias de Roma. Cabia depois aos comícios curiais aceitar ou não o rei eleito pelos patrícios no senado.
A Comitia Curiata, como se chamavam, eram assembléias compostas de guerreiros com até 45 anos.
Os reis podiam declarar guerras, administrar a justiça e presidir os principais rituais religiosos. Mas os reis não tinham poderes ilimitados. O rei devia ouvir a opinião do senado em todas as questões relativas à cidade e também dependia das assembléias para garantir seu poder.
O fim da dominação etrusca
No final do século VI, os reis etruscos enfrentaram vários problemas. Ao se dirigirem para o sul da Península Itálica, encontraram um conflito com os cartagineses. Ao norte, próximo à região dos Alpes, enfrentaram os gauleses.
Durante o domínio etrusco, a aristocracia romana se fortaleceu, enquanto a situação dos plebeus ficou mais díficil. Contantemente endividados com os patrícios, muitos plebeus eram transformados em escravos.
A crescente presença da população plebéia de Roma no exército fez com que os soldados exigissem maior participação política.
A assembléia do povo em armas, os chamados "comícios por centúrias", tornou-se mais importante, deixando de lado pelos comícios curiais.
Enfraquecidos com as guerras e enfrentando oposição dos patrícios em Roma, os etruscos acabaram expulsos em 509 a.C. O fato marcou o início da república, um novo momento da história na cidade.
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Império Romano
A civilização Romana - parte 1 - A formação de Roma
| Vista do Rio Tibre, em Roma, 2012. |
Pequenos núcleos às margens do Tibre
A região onde surgiu a cidade de Roma era habitada desde o século X a.C. pelos latinos. Eles moravam em aldeias no alto dos montes e viviam basicamente como pastores, embora também caçassem.
Estudiosos analisaram vestígios encontrados no Monte Palatino e concluíram que, por volta do século VIII a..C., formou-se uma comunidade naquela região. A comunidade era composta de várias aldeias latinas unidas provavelmente para se defenderem dos sabinos, outro povo que também vivia na região
A influência etrusca
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| (Clique para ampliar) |
Os etruscos viviam ao norte de Roma e dominavam toda a região que se estendia da margem oposta do Rio Tibre até terras além do Rio Arno (veja o mapa). Ainda não se sabe ao certo a origem dos etruscos, mas sabe-se que eram um povo de comerciantes e navegadores, com intensos contatos com os fenícios e as colônias gregas do sul da Península Itálica.
Por volta de 600 a.C., os etruscos chegaram a Roma para aumentar suas rotas de comércio. Comerciantes e artesão estabeleceram-se na nova cidade, mas não dominaram Roma militarmente. Aos poucos, ligaram-se às famílias ricas, por casamentos ou por prestação de serviços.
Muitos costumes romanos, alguns deles de orgiem grega ou fenícia, foram influenciados pelos etruscos. Por exemplo, o hábito de vestir túnica, algumas práticas religiosas, como a interpretação da vontade divina por meio da observação das vísceras de animais e o culto a Júpiter e a Minerva. A própria cidade de Roma cresceu muito com os etruscos: o comércio aumentou, canais de drenagem foram construídos para secar os pântanos nas planícies e a área do Fórum formou-se o centro da cidade, local de mercado e assembleias políticas
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Cotidiano e Cultura Grego Antiga - parte 2 - A vida cotidiana na Grécia antiga
A educação Ateniense.
Em geral, as meninas pobres não aprendiam a ler nem a escrever. Até o casamento, que acontecia por volta dos 15 anos, elas aprendiam com as mães os serviços domésticos. Era o pai que escolhia um noivo para a filha.
Os meninos das famílias mais ricas eram educados por um pedagogo, em geral um escravo, que lhes ensinava a ler, escrever e recitar poemas. Eles também recebiam aulas de música.
A parti dos 15 anos de idade, os garotos frequentavam o ginásio, onde praticavam exercícios físicos e discutiam questões políticas e filosóficas.
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| Azeite, vinho, pão, mel e frutas, principais alimentos consumidos pela população grega. |
Depois dos 20 anos, o jovem tinha mais dois anos de preparação militar, momento em que se tornava cidadão.
A alimentação na Grécia Antiga
Os gregos comiam pão, frutas, verduras, vagens e pescados, e temperavam os alimentos basicamente com azeite. O vinho era a bebida naus consumida e raramente se comia carne. Como não conheciam o açúcar, os gregos adoçavam sua comida com mel.
Esparta, uma pólis guerreira
A cidade de Esparta, localizada ao sul da Península do Peloponeso, tinha o exército mais poderoso da Grécia.
A educação espartana era muito rígida. Quando a criança nascia, era encaminhado a um conselho de anciãos para ser examinado. Se a criança parecia ter alguma deficiência, era lançada a um precipício. Se a consideravam saudável, ficava sob os cuidados da mãe.
Após sete anos de idade, os meninos espartanos passavam a viver em quartéis. La se dedicavam ao exercício militar e se habituavam a suportar a dor, a fome e o frio.
Após o pperíodo de treino, os jovens espartanos eram submetidos a um ritual de passagem. Os que não fossem condiderados aptos para a guerra, caíam para uma condição inferior dentro do grupo de espartanos.
Voltados para a Guerra, os cidadãos espartanos sobreviviam basicamente de produtos cultivados em suas terras pelos hilotas. Em Esparta, o comércio externo praticamente não existiam.
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domingo, 29 de setembro de 2013
Exercícios Resolvidos - Mesopotâmia
Exercícios elaborados com base nas matérias:
Mesopotâmia
Trecho do código de Hamurábi
196º - Se alguém arranca o olho de um outro, seu olho deverá ser arrancado.
229º - Se um arquiteto constrói uma casa e ela cai, causando a morte do proprietário, o arquiteto deverá ser morto.
330º - Se o filho do proprietário morre, deverá ser morto o filho do arquiteto."
1. Considere as afirmações e assinale a alternativa incorreta.
I - O código de Hamurábi é a base do direito usado atualmente.
II- Pelo código, mesmo aquele que não tinha intenção de matar, deveria morrer.
III- O código não punia pessoas inocentes.
a.) Apenas a II está correta.
b.) Todas as afirmações, exceto a II estão corretas.
c.) Todas as afirmações estão incorretas.
d.) A I e a II estão incorretas.
2. "A mesopotâmia se dividia em duas partes: a Alta Mesopotâmia ou _______ e a Baixa Mesopotâmia ou _________, habitada pelos _______ e pelos caldeus."
a.) Assíria, Caldeia, suméricos
b.) Acad, Caldeia e babilônicos.
c.) Suméria, Acad e mesopotâmicos.
d.) Acad, Assíria, assírios.
3. "Os mesopotâmicos desenvolveram o primeiro sistemas de _______ da história, além de estudos de _____ e ______."
a.) Números, matemática, filosofia.
b.) Escrita, astronomia, matemática.
c.) Números, filosofia, astronomia.
d.) Escrita, astrologia, planetas.
4. Sobre os estudos astronômicos, assinale a alternativa correta.
a.) Previsão de eclipses.
b.) Elaboração de um calendário lunar de 12 meses.
c.) Astros celestes eram sinais de Deuses mesopotâmicos
d.) Todas as alternativas estão corretas.
5. "O novo império Babilônico teve ____ duração. Com a morte de _______, seguiu-se uma disputa pelo trono, que enfraqueceu o império. Em 539 a.C., os _____ conquistaram a cidade da ________."
a.) curta, Nabucodonosor, persas, Babilônia.
b.) curta, Ishtar, persas, Babilônia.
c.) curta, Hamurábi, gregos, Ur.
d.) curta, Lagash, bárbaros, Mesopotâmia
Gabarito (caso necessário selecione embaixo para visualizar)
1 - b) 2- a) 3 - b) 4 - d) 5 - a)
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
A civilização Grega - parte 7 - A conquista Macêdonica
A vitória macedônica
Os macedônios viviam ao norte da Grécia e eram considerados semibárbaros e estrangeiros pelos gregos. No século IV a.C., o rei Felipe II reorganizou e modernizou o exército macedônico e iniciou a conquista de áreas gregas ricas em minerais.
Debilitadas pelas guerras e divididas per intensas rivalidades, as cidades gregas foram vencidas pelos exércitos macedônicos em 338 a.C. No ano seguinte, as póleis tiveram que se juntas à Liga de Corinto, dominada pelos macedônios. A independência e o esplendor das cidades gregas chegaram ao fim.
O império de Alexandre
| Mapa do Império de Alexandre |
Com a morte de Felipe II, assumiu o trono seu filho Alexandre, que ficou conhecido como "o Grande". Uma vez no poder, Alexandre iniciou a conquista do Oriente. Após onze anos de batalhas, seus exércitos dominaram a Pérsia, a Síria, a Palestina, o Egito, a Mesopotâmia e atingiram a Índia.
Nos territórios conquistados por Alexandre, o grego se converteu em uma língua oficial e estimulou a fusão da cultura grega com as culturas do Oriente. Essa fusão deu origem à cultura helenística. O centro do helenismo era a cidade de Alexandria, no Egito, onde havia teatros, um museu e uma vasta biblioteca, a maior da Antiguidade.
Veja também: Cotidiano e Cultura grega antiga
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Índia parte 3: Período Védico
◙ Os arianos e os Vedas
| Livro de Vedas |
A principal fonte para o estudo da história da Índia no período ariano são os livros chamados Vedas (ver imagem). Trata-se de um conjunto de hinos religiosos, preces, fórmulas mágicas e conhecimentos sobre a natureza humana e o universo, transmitidos oralmente ao longo das gerações.
O mais antigo desses livros é o Rigveda, composto entre 1500 e 900 a.C. e constituído de mais de mil hinos. Eles trazem muitas informações sobre o período védico.
◙ A sociedade de castas
Os arianos sentiam-se superiores aos nativos. Esse preconceito foi um dos fatores que deram origem à sociedade de castas, ou seja, a divisão social indiana. Eram em grupos rigidamente demarcados. As principais castas eram as seguintes:
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| Os Intocáveis ou dalits |
• Brâmanes: Eram os sacerdotes, que compunham a casta dominante. Controlavam os rituais e interpretavam os Vedas para estabelecer as leis, além de ocupar altos cargos no Estado
• Xátrias: Formada pelos nobres guerreiros
• Vaixás: Eram os comerciantes, artesãos e agricultores. Embora pudessem até ser muito ricos, eram obrigados a contribuir com impostos e servi na guerra.
• Sudras: casta constituída pelos escravos; A maioria descendia dos antigos habitantes da Índia
Além desses grupos, existiam os chamados intocáveis, pessoas totalmente excluídas de direitos e consideradas impuras.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Índia parte 2: A civilização Harapense
○ A produção artesanal
Os harapenses desenvolveram um artesanato bastante variado, voltado tanto para o uso doméstico como para a troca.
• Instrumentos e armas: martelos, facas, machados, brocas, espadas e flechas, feitos de pedra, osso, madeira, bronze e cobre.
• Utensílios domésticos: panelas, travessas, jarras, potes e copos. Esses objetos eram feitos de argila e podiam servi tanto para o uso diário como para fins decorativos
• Jóias: braceletes, pentes e agulhas de ouro, objetos preferidos pelas mulheres, além de ornamentos feitos com cerâmica, jade, turquesa e outras pedras semipreciosas.
○ A vida Religiosa
| sinetes encontrados em Mohenjo-Daro e Harapa |
O pouco que se sabe das crenças harapenses baseia-se no estudo de sinetes (selos de argila) encontrados por arqueólogos nas ruínas de Harapa e Mohenjo-Daro. Neles havia figuras de animais, plantas e seres humanos. Essas figuras levaram os estudiosos a algumas conclusões.
Os harapenses adoravam uma deusa-mãe, representada com seios grandes, quadris largos e cabelos cuidadosamente penteados. Com o tempo, eles passaram a adorar outras entidades, como o unicórnio e o minotauro.
Acredita-se que a principal divindade harapense tenha sido uma figura masculina com chifres e múltiplas faces, colocada na posição tradicional da ioga.
○ O fim da cultura harapense
Por volta de 2000 a.C., a civilização do vale do Indo começou a mostrar sinais de desagregação. Aproximadamente em 1900 a.C., um importante rio da região, o Ghaggar-Hakra, sofreu um desvio de curso e secou, afetando a subsistência das comunidades de vários territórios. Teria ocorrido, então, uma migração em massa para as cidades próximas como Harapa e Morenjo-Daro, que passaram a enfrentar problemas de superpopulação. As elites locais perderam o controle, e as cidades entraram em decadência.
O empobrecimento das cidades do Vale do Indo coincidiu com a chegadas dos arianos, povos nômades e guerreiros originários da Europa Ocidental. Os arianos entraram na Índia e se instalaram no Vale do Rio Ganges, onde fundaram uma nova civilização.
Veja também:
Índia parte 3: Período Védico
Veja também:
Índia parte 3: Período Védico
Índia Parte 1: A civilização Harapense
○ Às margens do Rio Indo
Como a China, a presença de grandes rios foi fundamental para o desenvolvimento da civilização indiana antiga.
A ocupação da Planície Indo-gangética é muito antiga. Alguns arqueólogos afirmam que existem vestígios dessa ocupação datados de 5000 a.C. Da ocupação inicial desenvolveu-se a cultura harapense, localizada às margens do Rio Indo
○ A cultura Harapense
Por volta de 2500 a.C., quando os europeus ainda viviam em pequenas aldeias, na Índia já existiam imensas cidades, como Harapa e Mohenjo-Daro. Elas se localizavam no Vale do Rio Indo, onde hoje está o Paquistão. A população dessas cidades podia usufruir de sistemas eficientes de fornecimento de água e de coleta de esgotos. Acredita-se que os seus moradores tinham relações comerciais com as cidades da Mesopotâmia e estenderam seus domínios para outras regiões da Índia.
Por quase sete séculos, a cidade de Harapa foi o maior e mais populoso centro econômico do Vale do Indo. Entre 40 mil e 80 mil pessoas podem ter vivido na cidade. Essa cidade era circundada por grandes muralhas e tinham espaçosas avenidas separando seus bairros.
○ A atividade agrícola
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| Damasco, trigo e ervilha eram cultivados na civilização harapense. |
A Agricultura constituía a base econômica da civilização harapense. Os camponeses cultivavam trigo, cevado, ervilha, melão, damasco, gergelim e outros produtos. Os habitantes do Vale do Indo foram os primeiros cultivadores de algodão, cuja fibras eram usadas para produzir tecidos. As boas colheitas também resultavam da construção de reservatórios de água e canais de irrigação
Veja a continuação:
Índia parte 2: A civilização Harapense
Veja a continuação:
Índia parte 2: A civilização Harapense
sábado, 18 de agosto de 2012
Práticas funerárias no Egito antigo
A crença na vida após a morte foi uma das características mais marcantes da civilização egípcia.
A mumificação dos Mortos
Os egípcios acreditavam que a pessoa morta, na forma de um espírito (akh), fosse morar no reino de Osíris, o deus dos mortos, ou viajasse no barco do deus-sol Rá, através dos céus.
Para isso ocorrer era fundamental preservar o corpo e o espírito do indivíduo. Oferecer comida nos túmulos, inscrever fórmulas mágicas nas tumbas e desenhar alimentos nas paredes nutriam o espirito, que continuava a existir.
A importância de preservar o corpo e o espirito do morto levou os egípcios a criar várias praticas funerária, por volta de 2600 a.C. Os egípcios passaram a realizar o embalsamento (veja ilustrações ao lado).
A mumificação foi praticada até 30 a.C. aproximadamente. As técnicas porém, eram bem inferiores às de períodos mais antigos.
Veja também:
Mesopotâmia: o berço da civilização
A mumificação dos Mortos
Os egípcios acreditavam que a pessoa morta, na forma de um espírito (akh), fosse morar no reino de Osíris, o deus dos mortos, ou viajasse no barco do deus-sol Rá, através dos céus.
Para isso ocorrer era fundamental preservar o corpo e o espírito do indivíduo. Oferecer comida nos túmulos, inscrever fórmulas mágicas nas tumbas e desenhar alimentos nas paredes nutriam o espirito, que continuava a existir.
A importância de preservar o corpo e o espirito do morto levou os egípcios a criar várias praticas funerária, por volta de 2600 a.C. Os egípcios passaram a realizar o embalsamento (veja ilustrações ao lado).
A mumificação foi praticada até 30 a.C. aproximadamente. As técnicas porém, eram bem inferiores às de períodos mais antigos.
Veja também:
Mesopotâmia: o berço da civilização
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
China parte 6: A vida e Cultura da dinastia Han
♦ Os ricos da Dinastia Han
A ampliação das comunicações dentro e fora do império permitiu a formação de um novo grupo de homens ricos, em geral grandes comerciantes, dirigentes de exército e grandes proprietários de terra, que viviam luxuosamente na capital de Chang'an.
Na capital, os nobres tinham uma vida parecida com a do imperador em seu palácio (ver imagem). Em sua casa, viviam rodeados de escravos, funcionários administrativos, mulheres e criados. Depois de se levantarem e de se vestirem segundo os costumes de sua condição social, eles passavam o dia envolvidos nos estudos ou tratando de negócios com seus funcionários.
Nas residências mais luxuosas, o dono da casa costumava promover banquetes, contratando bailarinos profissionais para animar os convidados.
♦ A expansão das letras e das artes
Os imperadores da dinastia Han decidiram recuperar a literatura chinesa, que havia sigo perseguida no império Ch'in. Iniciou-se um período de intensa criatividade, em que os letrados se voltaram ao estudo das tradições, presentes nos textos que haviam sobrevivido. Além de estudar textos antigos, os letrados elaboravam textos novos, que valorizavam as crenças populares.
A expansão do comércio e o maior contato com outras regiões também estimularam o gostos pelas artes. Surgiu então, uma arte refinada, que refletia uma sociedade preocupada com o luxo e, ao mesmo tempo, voltada para as crenças do passado. Espelhos, baixelas de bronze, tapetes, esculturas, peças de terracota e objetos decorativos de laca são alguns exemplos dessa arte sedutora.
Veja também outros posts da série China. Segue o Link:
China Parte 5: A formação da Dinastia Han
♦ A formação do Império Chinês
Por volta do século VIII a.C., a dinastia Chou (Zhou) demostrava sinais de fraqueza, enquanto os nobres se tornavam cada vez mais fortes. O enfraquecimento dessa dinastia levou à formação de vários reinos, que passaram a guerrear pelo poder.
Enquanto isso, a oeste, um novo reino se expandia, o Ch'in. Cerca de 250 anos antes de Cristo, os Ch'in anexaram as terras dos Chou e unificaram toda a China sob a autoridade de um único governante, o rei Ch'in Che Huang Ti. Com o rei Ch'in Che no poder, o primeiro impérador, nasceu uma China unificada.
O imperio Ch'in foi breve, mas sua obra permanece viva até hoje. Preocupado com as constantes ameaças de invasão ao norte, o imperador mandou construir a Grande Muralha da China (ver imagem 1), uma linha de defesa de 3 mil quilômetros de extensão.
Para reforçar o poder real, Ch'in Che tomou medidas importantes, como a construção de grandes obras de irrigação e a imposição de uma única moeda e de um único sistema de escrita para toda a China.
um túmulo funerário maciço, descoberto em 1974. Na tumba foram encontrados mais de 6 mil soldados e cavalos de terracota (Imagem 2). Tudo indica que as figuras representavam o exército do imperador, composto de oficiais perfeitamente equipados, arqueiros e soldados a pé.
♦ A Dinastia Han do Poder
A morte de Ch'in Che iniciou um período de agitações políticas e revoltas que se encerrou com a subida da dinastia Han no poder, por volta de 205 a.C.
Os imperadores da nova dinastia expandiram as fronteiras do império e procuravam manter o poder centralizado. Para isso, reforçaram o exército, estabeleceram uma língua oficial para todo o império, o mandarim, e impuseram um sistema-padrão de pesos e medidas.
A ampliação do contato da China com o Ocidente, por meio de rotas comerciais, favoreceu o surgimento de uma nobreza urbana e um maior interesse pelas artes.
Veja também os outros post da série China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 4
China Parte 6
Veja também os outros post da série China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 4
China Parte 6
China Parte 4: A vida dos camponeses e dos nobres no período Chou (Zhou)
A sociedade chinesa dividia-se em dois grupos principais: camponeses e nobres. Entre eles havia grandes diferenças.
♦ Os nobres
Os nobres eram os proprietários das terras e viviam da exploração do trabalho dos camponeses. Eles se organizavam em clãs, ou seja, grupo de pessoas que que descendiam de um ancestral comum. Esses antepassado tinha sido uma pessoa ilustre, como, por exemplo, um grande conquistador, ou um rei. Alguns nobres alegavam ter por antepassado comum um animal ou até mesmo uma planta.
Nas famílias nobres, o homem exercia autoridade sobre todos os membros: tinha poder para decidir se uma criança recém-nascida ficaria na casa ou seria rejeitada, julgava e punia os crimes cometidos na comunidade e podia possuir várias esposas.
♠ O destino das Crianças
A vida, a morte ou o abandono do recém-nascido dependiam da decisão do pai. Os nascido numa data ruim, os deficientes e os trigêmeos em geral eram condenados à morte ou abandono.
Após o nascimento, seguia-se um ritual. Isolava-se a criança em um quarto, onde ficava sem cuidados e alimentação por 3 dias. No terceiro dia, o pai decidia, então, o destino da criança. Se a decisão fosse vida, a criança era conduzida à presença da mãe para ser alimentado pela primeira vez.
♦ Os camponeses
A vida dos camponeses era regida pelas estações do ano. No verão, época das plantações, eles viviam no campo, habitando pequenas choupanas. No inverno, retiravam-se para as aldeias, onde esperavam a primavera, dedicando-se ao artesanato e preparando as festividades coletivas.
Os camponeses cultivavam as terras de seus senhores, com quem dividiam os frutos das colheitas. Cada família tinha o direito de cultivar uma parte do terreno para si. No centro da propriedade, ficavam as terras cuja produção destinava-se ao senhor.
Com o tempo, cresceram os setores intermediários da sociedade, representados principalmente por mercadores, funcionários do estado, artesãos e escribas. Na dinastia Chou, houve também uma grande expansão do número de escravos, formados por habitantes das aldeias conquistadas.
Veja outros posts do Artigo China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 5
China Parte 6
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 5
China Parte 6
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
China Parte 3: A economia chinesa do período Chou (Zhou)
♦ A Agricultura Chinesa
A base da atividade agrícola, ao norte, era o cultivo do painço, uma espécie de gramínea usada na alimentação humana e de animais domésticos. Também se cultivavam cevada, arroz (no sul e no nordeste), trigo, melão, abóbora, pepino, cebola, alho e outros produtos. Destacavam-se também as culturas de amoreira, cuja folhas eram usadas como alimento para as criações de bicho-da-seda, e do cânhamo, utilizado na produção de tecidos.
No período Chou (Zhou), houve algumas inovações técnicas. Há indícios de uso de bovinos para arar a terra e a prática da rotação de culturas, o que permitiu o aumento da produção agrícola. Além disso, os chineses desenvolveram um eficiente sistema de irrigação, aproveitando as águas dos rios, principalmente do Rio Amarelo.
♦ Outras atividades econômicas
Na China da Dinastia Chou, havia também uma intensa exploração de madeiras e criava-se gado. No artesanato desse período, destacaram-se a tecelagem da seda, atividade executada em geral pelas mulheres, e a fabricação de objetos de madeira e bronze. Muitas das peças produzidas pelos artesãos desse período baseavam-se nas técnicas desenvolvidas do período Chang (Shang).
As atividades comerciais se desenvolveram na China durante a época Chang. Os primeiros objetos usados como moeda foram tipos de conchas, mais tarde substituídos por peças de osso. No período Chou, as operações comerciais passaram a ser feitas com objetos de cobre.
A ampliação das atividades mercantis levou governos a investir na construção e na manutenção das estradas, por onde passavam caravanas de mercadores e veículos que transportavam pessoas. O transporte fluvial tinham pouca expressão
Veja os outros artigos do Tema China. Segue o Link:
China Parte 2: As primeiras dinastias
♦ As primeiras dinastias
Por volta do ano de 1600 a.C., começaram a aparecer na China sinais de centralização política. Nesse período, apareceram as primeiras cidades fortificadas, desenvolveu-se a metalurgia do bronze e criou-se o primeiro sistema de escrita chinês.
Todas essas mudanças ocorreram durante a dinastia Shang, que se iniciou quando o rei Chengtang impôs seus domínios sobre as regiões central e leste do Vale do Rio Amarelo e estabeleceu a capital do governo na cidade de Xibo. Depois disso, a capital da dinastia foi mudada várias vezes, até ser estabelecida em Yin, perto da atual cidade de Anyang.
Na cidade de Xibo, havia palácios também rodeados de muralhas construídas para defender o cetro decisório do governo. Os achados indicam que a cidade era bastante desenvolvida, com edifícios bem planejados e com um eficiente sistema de defesa.
♦ O fim da dinastia Shang
Por volta do século XII a.C., um povo vindo do oeste começou a abalar o poderio da dinastia Shang. Eram os Chou, originários do vale do Rio Wei. Os Chou tinham se tornado muito poderosos e a cada ano, expandiam os seus domíneos, tomando áreas do território Chang e distribuindo-as a seus aliados. A queda definitiva dos reis Chang ocorreu com a tomada da capital, a cidade de Yin, onde se estabeleceu a nova dinastia. A dinastia Chou foi a mais longa da história chinesa, durando até o seculo III a.C
Veja também as outras parte desse Tópico. Segue o Link:
China Parte 1: A formação da cultura chinesa
♦ Às margens do Rio amarelo
A civilização chinesa nasceu no Vale do Rio Hoang-Ho (Rio Amarelo), no nordeste da atual China.
Por volta de 5000 a.C., já havia nessa região uma agricultura e criação de gado desenvolvida. Os primeiros agricultores chineses deste vale foram muito beneficiados pelo solo fértil.
♦ A Cultura Longshan
No período Neólitico, o Vale do Rio Amarelo foi o cenário da formação de muitas culturas. Entre elas, podemos citar a cultura LongShan (montanha do dragão). A cultura LongShan se desenvolveu numa vasta área, que se estendia da zona central até a foz do Rio Amarelo (Veja o mapa).
Nas aldeias LongShan, praticava-se a agricultura, criava-se porcos, bois, ovelhas e galinhas, mas ainda não havia cavalos. Além disso, os chineses da região produziam artefatos de cobre fundido. Achados arqueológicos demostram que aqueles povos produziam uma cerâmica notável, em geral polida e preta, mas algumas com desenhos.
Veja também a continuação desse posts. Link:
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China Parte 4
China Parte 5
China Parte 6
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China Parte 6
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Egito: o Egito e o Rio Nilo
A civilização egípcia desenvolveu-se numa área desertica do nordeste da áfrica, as margens do Rio Nilo.
► O Egito é um oásis
O Egito antigo ocupava uma faixa de terra muito extensa, banhada de norte a sul, pelas águas do Rio Nilo. Esse Território se localizava no Deserto do Saara, no nordeste da África.
No meio do deserto, graças as águas do Nilo e ao trabalho humano, criou-se uma extensa faixa de terra habitável e cultivada.
► O trabalho as margens do Rio Nilo
Os egípcios cultivavam a terra para obter os alimentos necessários para sobreviver. As cheias do Nilo organizavam a vida agrícola. A parti de setembro, as águas baixavam e os camponeses começavam a semear as terras. Ela estava úmida e fertilizada pelo humo, um material orgânico formado de restos vegetais decompostos. Na terra, os camponeses plantavam trigo, cevada, linho e diversas verduras.
Acredita-se que o faraó não era o único proprietário das terras. Há resistros de propiedades particulares que podiam ser negociadas.
A criação de gado, pesca e a caça também era importantes, mas a carência de outras matérias-primas, como a madeira e minérios, levou os egípcios a realizar trocas com outros povos.
Nos palácios e templos, encontravam-se vários profissionais especializados, como padeiros, ceramistas, arranjadores de flores, fundidores, escultores, desenhistas, ferreiros, guadas de todos os tipos, pastores de ovelhas, de cabras e de gansos.
► A História de um longo império
Menés é considerado o primeiro faraó do Egito. A história política do Egito antigo divide-se em três fases. Entre essas fases existem o que os historiadores chamam de "período intermediários", em que os faraós tiveram pouco poder ou enfrentaram pequenas invasões estrangeiras.
→ Antigo Império (c. 2686-2181 a.C.): nesse período foram construidas as grandes pirâmides de Gizé
→ Médio Império (c. 2040- 1782 a.C): nessa fase, os faraós conquistaram terras na Núbia (veja o mapa), ao sul do Egito.
→ Novo Império (c. 1570 - 1069 a.C): os faraós mais conhecidos dessa fase foram Tutmosis III e Ramsés II, que estederam o Império Egípcio para a Palestina e Síria
► O Egito é um oásis
O Egito antigo ocupava uma faixa de terra muito extensa, banhada de norte a sul, pelas águas do Rio Nilo. Esse Território se localizava no Deserto do Saara, no nordeste da África.
No meio do deserto, graças as águas do Nilo e ao trabalho humano, criou-se uma extensa faixa de terra habitável e cultivada.
► O trabalho as margens do Rio Nilo
Os egípcios cultivavam a terra para obter os alimentos necessários para sobreviver. As cheias do Nilo organizavam a vida agrícola. A parti de setembro, as águas baixavam e os camponeses começavam a semear as terras. Ela estava úmida e fertilizada pelo humo, um material orgânico formado de restos vegetais decompostos. Na terra, os camponeses plantavam trigo, cevada, linho e diversas verduras.
Acredita-se que o faraó não era o único proprietário das terras. Há resistros de propiedades particulares que podiam ser negociadas.
A criação de gado, pesca e a caça também era importantes, mas a carência de outras matérias-primas, como a madeira e minérios, levou os egípcios a realizar trocas com outros povos.
Nos palácios e templos, encontravam-se vários profissionais especializados, como padeiros, ceramistas, arranjadores de flores, fundidores, escultores, desenhistas, ferreiros, guadas de todos os tipos, pastores de ovelhas, de cabras e de gansos.
► A História de um longo império
→ Antigo Império (c. 2686-2181 a.C.): nesse período foram construidas as grandes pirâmides de Gizé
→ Médio Império (c. 2040- 1782 a.C): nessa fase, os faraós conquistaram terras na Núbia (veja o mapa), ao sul do Egito.
→ Novo Império (c. 1570 - 1069 a.C): os faraós mais conhecidos dessa fase foram Tutmosis III e Ramsés II, que estederam o Império Egípcio para a Palestina e Síria
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