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sábado, 25 de outubro de 2014
História Antiga - aula 02 - A Mesopotâmia
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
História Antiga - aula 01 - O Egito Antigo
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terça-feira, 22 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 3 - A república romana
Nova ordem política
Com a queda dos reis etruscos, o governo de Roma passou a ser uma rés pública, que em latim significa coisa pública. No período republicano, o Estado era considerado bem público, administrado pelos cidadãos.
Na república romana, porém, nem todos os cidadãos tinham o mesmo poder político. O poder maior passou a ser exercido por dois cônsules, escolhidos pelos patrícios no Senado. Eleitos para o mandado de um ano, os cônsules eram auxiliados pelos magistrados, pelo Senado e pelas assembléias.
Durante a república, havia em Roma três tipos de assembléia:
![]() |
| Esquema mostra os principais magistrados de Roma. (clique para ampliar.) |
- Assembléia por tribos: os cidadãos eram divididos pelo local de origem ou de residência.
- Assembléia por centúrias: divisão dos cidadãos de acordo com a riqueza e a participação no exército.
- Assembléias da plebe: formada apenas por plebeus.
Os patrícios elegiam os magistrados e os senadores e podiam ser eleitos ara esses cargos. já os plebeus elegiam os magistrados, mas não podiam ser candidatos. Dessa forma, apenas os patrícios se revezavam no poder e os plebeus ficavam excluídos. Essa situação gerou grande descontentamento dos plebeus.
A luta entre plebeus e patrícios
Patrícios e plebeus participavam da vida pública de Roma, mas de maneira diferente. O voto nos comícios por centúrias em Roma era censitário, ou seja, de acordo com a posição da pessoa no censo, a lista de cidadãos. Quando mais rico o cidadão, mais valia seu voto. Isso tirava o peso dos votos de muitos pebleus e fazia com que os patrícios controlassem as eleições dos magistrados.
Era possível observar a desigualdade entre patrícios e plebeus até na guerra. Após uma vitória romana, ocorria a divisão dos bens retirados dos inimigos, que incluíam escravos e terras. A divisão do espólio
era feita de acordo com a posse de armas. Como os patrícios detinham os
melhores armamentos, ficava com a maior parte do espólio.
Muitos pebleus, em geral pequenos proprietários rurais, eram
convocados para a guerra em plena época de plantio e colheita. Ao voltar da
guerra, viam-se obrigados a contrair empréstimos, usando sua propriedade como
garantia. Conforme a lei, os plebeus que não conseguissem pagar suas dívidas e
resgatar sua hipoteca perdiam suas propriedades e sua liberdade, tornando-se
escravos.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 2 - A organização de Roma.
A organização social
A sociedade romana dividia-se basicamente em dois grupos:
- Patrícios (de patres, pais, chefes de família): formavam a aristocracia de Roma. Eles pertenciam a famílias que se consideravam descendentes de um antepassado comum. Eram os mais ricos, possuíam mais gado e terras. Por muito tempo, apenas os patrícios puderam lutar no exército.
- Plebeus (de plebs, multidão) eram os mais pobres, viviam como agricultores ou artesão e geralmente trabalhavam para os patrícios. Não tinham participação no governo da cidade. Mesmo quando enriqueciam não podiam participar intensamente da vida política de Roma.
Os clientes fazia parte da família do patrício protetor, mas não tinham direitos. O cliente recebia do patrício terras, gado e proteção. Em troca, deveria ajudar seu patrão em caso de guerra ou até auxiliá-lo economicamente. Para o patrício, quanto maior o numero de clientes sob sua proteção, maior era seu prestígio social e político
Nessa época já existiam escravos, mas ainda eram poucos, se comparado ao tempo posterior da república e do império.
A organização política
A primeira fase da história romana iniciou-se em 753 a.C., a data da fundação da cidade. Nessa fase, Roma teve uma forma de governo monárquica. Os últimos reis foram etruscos.
Durante a monarquia, o rei era eleito pelo senado, um conselho formado pelos chefes das famílias patrícias de Roma. Cabia depois aos comícios curiais aceitar ou não o rei eleito pelos patrícios no senado.
A Comitia Curiata, como se chamavam, eram assembléias compostas de guerreiros com até 45 anos.
Os reis podiam declarar guerras, administrar a justiça e presidir os principais rituais religiosos. Mas os reis não tinham poderes ilimitados. O rei devia ouvir a opinião do senado em todas as questões relativas à cidade e também dependia das assembléias para garantir seu poder.
O fim da dominação etrusca
No final do século VI, os reis etruscos enfrentaram vários problemas. Ao se dirigirem para o sul da Península Itálica, encontraram um conflito com os cartagineses. Ao norte, próximo à região dos Alpes, enfrentaram os gauleses.
Durante o domínio etrusco, a aristocracia romana se fortaleceu, enquanto a situação dos plebeus ficou mais díficil. Contantemente endividados com os patrícios, muitos plebeus eram transformados em escravos.
A crescente presença da população plebéia de Roma no exército fez com que os soldados exigissem maior participação política.
A assembléia do povo em armas, os chamados "comícios por centúrias", tornou-se mais importante, deixando de lado pelos comícios curiais.
Enfraquecidos com as guerras e enfrentando oposição dos patrícios em Roma, os etruscos acabaram expulsos em 509 a.C. O fato marcou o início da república, um novo momento da história na cidade.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Cotidiano e Cultura Grego Antiga - parte 2 - A vida cotidiana na Grécia antiga
A educação Ateniense.
Em geral, as meninas pobres não aprendiam a ler nem a escrever. Até o casamento, que acontecia por volta dos 15 anos, elas aprendiam com as mães os serviços domésticos. Era o pai que escolhia um noivo para a filha.
Os meninos das famílias mais ricas eram educados por um pedagogo, em geral um escravo, que lhes ensinava a ler, escrever e recitar poemas. Eles também recebiam aulas de música.
A parti dos 15 anos de idade, os garotos frequentavam o ginásio, onde praticavam exercícios físicos e discutiam questões políticas e filosóficas.
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| Azeite, vinho, pão, mel e frutas, principais alimentos consumidos pela população grega. |
Depois dos 20 anos, o jovem tinha mais dois anos de preparação militar, momento em que se tornava cidadão.
A alimentação na Grécia Antiga
Os gregos comiam pão, frutas, verduras, vagens e pescados, e temperavam os alimentos basicamente com azeite. O vinho era a bebida naus consumida e raramente se comia carne. Como não conheciam o açúcar, os gregos adoçavam sua comida com mel.
Esparta, uma pólis guerreira
A cidade de Esparta, localizada ao sul da Península do Peloponeso, tinha o exército mais poderoso da Grécia.
A educação espartana era muito rígida. Quando a criança nascia, era encaminhado a um conselho de anciãos para ser examinado. Se a criança parecia ter alguma deficiência, era lançada a um precipício. Se a consideravam saudável, ficava sob os cuidados da mãe.
Após sete anos de idade, os meninos espartanos passavam a viver em quartéis. La se dedicavam ao exercício militar e se habituavam a suportar a dor, a fome e o frio.
Após o pperíodo de treino, os jovens espartanos eram submetidos a um ritual de passagem. Os que não fossem condiderados aptos para a guerra, caíam para uma condição inferior dentro do grupo de espartanos.
Voltados para a Guerra, os cidadãos espartanos sobreviviam basicamente de produtos cultivados em suas terras pelos hilotas. Em Esparta, o comércio externo praticamente não existiam.
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
A civilização Grega - parte 5 - A implantação da democracia na Grécia Antiga
A colonização de novas terras possibilitou que o comércio entre as cidades crescesse e a riqueza fosse distribuída para indivíduos fora das elites. Tanto que, no início do século VII a.C., os camponeses, artesãos e comerciantes passaram a exigir maior participação na vida política das cidades.
A grave crise social gerada pela escassez de terras fez com que alguns aristocratas vissem a necessidade de implementar reformas. Sólon foi um desses aristocratas.
No final do século VI a.C., Sólon elaborou um código de leis que proibia a escravidão por dívidas, que afetava muitos camponeses pobres. Ele também estabeleceu que indivíduos mais pobres podiam votar na assembléia popular - a ekklésia -, que escolhia os magistrados. Foi criado ainda a boulé, conselho composto de 500 membros escolhidos pela ekklésia. Esse conselho elaborava leis a serem votadas pela assembléia popular.
Antes mesmo de terminar o século VI novas reformas ocorreram. A ekklésia e a boulé foram fortalecidas com a implementação de um sorteio para o preenchimento das magistraturas. Desse modo, qualque indivíduo, rico ou pobre, podia ser magistrado. Daí o nome desse tipo de governo: democracia (demos, o povo; kratos, poder, ou seja, poder ou governo do povo).
A grave crise social gerada pela escassez de terras fez com que alguns aristocratas vissem a necessidade de implementar reformas. Sólon foi um desses aristocratas.
No final do século VI a.C., Sólon elaborou um código de leis que proibia a escravidão por dívidas, que afetava muitos camponeses pobres. Ele também estabeleceu que indivíduos mais pobres podiam votar na assembléia popular - a ekklésia -, que escolhia os magistrados. Foi criado ainda a boulé, conselho composto de 500 membros escolhidos pela ekklésia. Esse conselho elaborava leis a serem votadas pela assembléia popular.
Antes mesmo de terminar o século VI novas reformas ocorreram. A ekklésia e a boulé foram fortalecidas com a implementação de um sorteio para o preenchimento das magistraturas. Desse modo, qualque indivíduo, rico ou pobre, podia ser magistrado. Daí o nome desse tipo de governo: democracia (demos, o povo; kratos, poder, ou seja, poder ou governo do povo).
O século de Péricles
| Acrópole de Atenas, na Grécia. A acrópole era a parte mais elevada da cidade, que servia de fortaleza e onde se construíam os templos. |
O regime democrático em Atenas atingiu seu auge sob a liderança do aristocrata Péricles, por volta do ano 440 a.C. Ele insistiu um pagamento para aqueles que exercessem funções pública. Assim, as pessoas mais pobres podiam servi à pólis e receber uma quantia em dinheiro por esse trabalho. Péricles ainda incentivava a atividade econômica e cultural na cidade e ordenou a reconstrução de acrópole, destruída pelos persas (veja a foto). O período em que Péricles comandou Atenas ficou conhecido como "O século de Péricles".
A sociedade ateniense
Em Atenas somente pequena parcela do povo tinha direito de participar da vida política. Isso acontecia porque apenas os homens adultos, filhos de pais atenienses, eram cidadãos e, portanto, podiam votar nas assembléias e ser magistrados.
Os cidadãos mais ricos eram em geral grandes proprietários de terras. Eles viviam nas cidades, onde se dedicavam à política, à filosofia e praticavam exercícios físicos. Os cidadãos menos ricos podiam ser donos de uma pequena oficina, onde trabalhavam com a ajuda de uns poucos escravos e de sua família. Podiam ainda ser donos de pequenos lotes agrícolas. Havia também cidadãos pobres, que trabalhavam em troca de salário.
Em Atenas, estrangeiros, mulheres e escravos não eram considerados cidadãos.
Os estrangeiros
Os estrangeiros, conhecidos como metecos, não podiam possuir terras no território da cidade e pagavam um imposto pessoal. Muitos deles trabalhavam no comércio, no artesanato e praticavam o empréstimo de dinheiro a juros. Havia metecos donos de grandes fortunas e outros que trabalhavam em troca de salário.
Mulheres e escravos
A vida dos escravos e das mulheres variava de acordo com a casa em que viviam. As mulheres pobres tinham que preparar os alimentos e cuidar dos filhos, atividades que as mais ricas podiam deixar a cargo de escravos ou escravas.
Os escravos eram em geral prisioneiros de guerra ou filhos de escravos. Eles trabalhavam em campos, em minas e na produção artesanal. A maioria deles vivia nas cidades.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A civilização Grega - parte 4 - A vida política na Grécia Antiga
A Atenas aristocrática
Por volta de VII a.C., a realiza já não tinha tanto poder. O rei se tornou apenas um dos nove ardontes, funcionários do Estados nomeados anualmente. Até esse momento, os aristocratas detinham o poder político.
A oligarquia espartana
| Guerreiro espartano com capacete e atirando em sua lança. |
A sociedade espartana era bem diferente da de Atenas. Em Esparta, todos os cidadãos podiam participar da assembléia, chamada de apela, que era na verdade mais uma reunião de soldados do que em um lugar de debate político. Quem governava de ato a cidade eram membros da gerúsia, conselho formado por anciãos das famílias mais ricas da gerúsia. Por isso, o governo espartano é chamado de oligárquico, ou seja, governo exercido por uma minoria.
O domínio dos esparciatas
Os cidadãos espartanos descendiam dos antigos dórios. Conhecidos como esparciatas ou iguais, só eles podiam participar da vida política da cidade. Proprietários das melhores terras da região, os esparciatas eram proibidos de exercer qualquer atividade econômica. Eles se dedicavam à política e principalmente aos preparativos para a guerra.
Havia também os periecos, que descendiam dos povos conquistados pelos dórios. Os periecos eram homens livres e se dedicavam ao comércio, ao artesanato, ou possuíam pequenas propriedades agrícolas. Eram obrigados a cultivar um lote especial de sua propriedade para os reis espartanos. Em época de guerra, os periecos também participavam do exército.
Na base social espartana apareciam os hilotas, população servil que habitava as terras conquistadas pelos antigos dórios. Por resistir ao domínio espartano, eles foram subjugados e transformados em servos. Os hilotas trabalhavam em propriedades do Estado e dos cidadãos espartanos e não podiam abandonar as terras
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A civilização Grega - Parte 3 - As origens da civilização
Do genos à cidade-Estado
| Ânfora grega em cerâmica, utilizada para guardar vinho. |
A ruína dos palácios provocou o fim do poder dos reis. A aristocracia guerreira manteve controle sobre os camponeses, mas dentro do grupo aristocrático vários gené (plural de genos) buscavam concentrar poder.
O genos era uma grande família aristocrática que acreditava ter um descendente em comum (que podia ser até um deus). O genos era formado pelos membros de uma família e por seus dependentes, escravos ou livres. O genos incluía também toda a propriedade - gado, terras, casas - sob a autoridade do chefe da família.
O chefe do genos mais poderoso era o rei da comunidade e governava com o auxílio de uma assembléia de guerreiros. A assembléia discutia os assuntos de interesse da comunidade e tinha como princípio igualdade entre todos os aristocratas. Essa forma de governar a comunidade deu origem a um tipo específico de organização política: a pólis ou cidade-Estado. Isso ocorreu por volta dos séculos VIII e VII a.C.
A cidade-Estado grega
![]() |
| Moedas gregas dos séculos V-III a.C. |
A pólis pode ser definida como uma comunidade de cidadãos livres que se autogovernavam. Para tanto, dispunham de assembléias e magistrados, e de um conselho que preparava os pontos a serem discutidos nas assembléias, nos conselhos e nas magistraturas.
Com o tempo, a cidadania foi se ampliando para outros grupos sociais, enfraquecendo os gené. Alguns fatores contribuíram para isso, como a expansão grega pelo Mar Mediterrâneo.
A expansão colonial grega
Por volta dos séculos IX e VIII a.C., a população cresceu rapidamente na Grécia, e as terras agrícolas tornaram-se insuficientes. A constante divisão de terras entre os membros dos gené (do pai para os filhos homens) foi diminuindo de tamanho das terras cultiváveis necessárias para manter as famílias. Em contrapartida, os aristocratas tinham mais terras que os camponeses pobres, que se viam obrigados a trabalhar para eles e acabavam endividados, tornando-se, às vezes, escravos. Essa situação gerou fortes tensões sociais.
Uma forma de obter novas terras e resolver a crise era fundar colônias em outras regiões do Mar Mediterrâneo. As colônias eram chamadas pelos gregos de apoikiai, ou seja, "afastamento de casa". Elas mantinham laços estreitos com a cidade-mãe, mas eram independentes e podiam até criar outras colônias. Dessa maneira, os gregos foram se espalhando pelo Mediterrâneo.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Índia parte 3: Período Védico
◙ Os arianos e os Vedas
| Livro de Vedas |
A principal fonte para o estudo da história da Índia no período ariano são os livros chamados Vedas (ver imagem). Trata-se de um conjunto de hinos religiosos, preces, fórmulas mágicas e conhecimentos sobre a natureza humana e o universo, transmitidos oralmente ao longo das gerações.
O mais antigo desses livros é o Rigveda, composto entre 1500 e 900 a.C. e constituído de mais de mil hinos. Eles trazem muitas informações sobre o período védico.
◙ A sociedade de castas
Os arianos sentiam-se superiores aos nativos. Esse preconceito foi um dos fatores que deram origem à sociedade de castas, ou seja, a divisão social indiana. Eram em grupos rigidamente demarcados. As principais castas eram as seguintes:
![]() |
| Os Intocáveis ou dalits |
• Brâmanes: Eram os sacerdotes, que compunham a casta dominante. Controlavam os rituais e interpretavam os Vedas para estabelecer as leis, além de ocupar altos cargos no Estado
• Xátrias: Formada pelos nobres guerreiros
• Vaixás: Eram os comerciantes, artesãos e agricultores. Embora pudessem até ser muito ricos, eram obrigados a contribuir com impostos e servi na guerra.
• Sudras: casta constituída pelos escravos; A maioria descendia dos antigos habitantes da Índia
Além desses grupos, existiam os chamados intocáveis, pessoas totalmente excluídas de direitos e consideradas impuras.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
China Parte 4: A vida dos camponeses e dos nobres no período Chou (Zhou)
A sociedade chinesa dividia-se em dois grupos principais: camponeses e nobres. Entre eles havia grandes diferenças.
♦ Os nobres
Os nobres eram os proprietários das terras e viviam da exploração do trabalho dos camponeses. Eles se organizavam em clãs, ou seja, grupo de pessoas que que descendiam de um ancestral comum. Esses antepassado tinha sido uma pessoa ilustre, como, por exemplo, um grande conquistador, ou um rei. Alguns nobres alegavam ter por antepassado comum um animal ou até mesmo uma planta.
Nas famílias nobres, o homem exercia autoridade sobre todos os membros: tinha poder para decidir se uma criança recém-nascida ficaria na casa ou seria rejeitada, julgava e punia os crimes cometidos na comunidade e podia possuir várias esposas.
♠ O destino das Crianças
A vida, a morte ou o abandono do recém-nascido dependiam da decisão do pai. Os nascido numa data ruim, os deficientes e os trigêmeos em geral eram condenados à morte ou abandono.
Após o nascimento, seguia-se um ritual. Isolava-se a criança em um quarto, onde ficava sem cuidados e alimentação por 3 dias. No terceiro dia, o pai decidia, então, o destino da criança. Se a decisão fosse vida, a criança era conduzida à presença da mãe para ser alimentado pela primeira vez.
♦ Os camponeses
A vida dos camponeses era regida pelas estações do ano. No verão, época das plantações, eles viviam no campo, habitando pequenas choupanas. No inverno, retiravam-se para as aldeias, onde esperavam a primavera, dedicando-se ao artesanato e preparando as festividades coletivas.
Os camponeses cultivavam as terras de seus senhores, com quem dividiam os frutos das colheitas. Cada família tinha o direito de cultivar uma parte do terreno para si. No centro da propriedade, ficavam as terras cuja produção destinava-se ao senhor.
Com o tempo, cresceram os setores intermediários da sociedade, representados principalmente por mercadores, funcionários do estado, artesãos e escribas. Na dinastia Chou, houve também uma grande expansão do número de escravos, formados por habitantes das aldeias conquistadas.
Veja outros posts do Artigo China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 5
China Parte 6
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China Parte 2
China Parte 3
China Parte 5
China Parte 6
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