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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
História Antiga - aula 01 - O Egito Antigo
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
História - aula 04 - O povoamento Brasileiro
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
História - Aula 1 - As origens do ser Humano (video-aula)
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A civilização romana - parte 6 - Pró-Império
| O imperador Otávio Augusto, o maior símbolo do poder romano, escultura do século 1 a.C. |
Lutas sociais em Roma
As conquistas territoriais possibilitaram a Roma acumular muitas riquezas, mas também fizeram aumentar o número de pobres na cidades e nos campos.
Diante dessa situação, Tibério Graco, eleito tribuno da plebe em 134 a.C., propôs várias mudanças. Uma delas estabelecia uma ampla reforma agrária que limitava o tamanho das propriedades rurais e distribuía terras àqueles camponeses pobes que lutavam nas guerras.
Apesar de aprovada pelo Senado, a proposta teve forte resistência das elites. Assim, numa rebelião liderada pelos patrícios, Tibério acabou sendo assassinado.
Após dez anos, as ideias de Tibério sobre a reforma agrária foram retomadas por seu irmão, Caio Graco, eleito tribuno da plebe. Além de defender a distribuição de terras para a população pobre, Caio propôs ainda estender a cidadania romana aos povos aliados da Península Itálica. A resistência às propostas de Caio foi geral. Temendo ser assassinado por seus inimigos, ele determinou que um escravo o matasse
O prestígio dos militares
Com as constantes guerras de conquista, cada vez mais longas e distantes da Itália, tornou-se necessário reorganizar o exército romano. O exército não era permanente, mas formado periodicamente pelos cidadãos. Uma cavalaria, composta pelos indivíduos ricos, e uma infantaria, formada pelos camponeses, guerreavam apenas no verão. A partir das reformas implementadas em 111 a.C., Roma passou a ter um exército fixo: voluntários recebiam um salário para combater. Esses novos soldados eram mais ligados aos seus generais, pois deles recebiam terras, escravos e objetos saqueados. Nesse cenário, líderes militares que conquistavam vitórias nas guerras começavam a ganhar prestígio
veja também a continuação.
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 5 - As guerras de conquistas
A expansão pelo Mediterrâneo
O domínio da Península Itálica fez de Roma uma potência. Na disputa por rotas de comércio e terras, não tardou para que a cidade entrasse em conflito com outras potências do Mediterrrâneo.
O mais intenso dos conflitos ocorreu com Cartago, cidade ao norte da África fundada pelos fenícios e que controlava o Mediterrano ocidental. Ao todo foram três guerras entre romanos e cartagineses, denominadas Guerras Púnicas. Acompanhe:
![]() |
| clique para ampliar |
- A Primeira Guerra Púnica (264-241 a.C.) iniciou-se com a intervenção romana numa colônia de Cartago situada na Sicília. O conflito trouxe uma novidade para os romanos: o combate no mar. Com hábeis marinheiros, Cartago era a principal potência marítima do período. Os romanos só conquistaram a vitória após copiar, com a ajuda dos gregos, os barcos inimigos.
- A Segunda Guerra Púnica (218-202 a.C.) desenvolveu-se quase toda em território romano. Liderados por Aníbal, os cartagineses conquistaram várias vitórias. O quadro só se reverteu com a decisão romana de atacar Cartago. Aníbal viu-se então obrigado a recuar para defender sua cidade e acabou derrotado na Batalha de Zama (veja o mapa).
- Na Terceira Guerra Púnica (150-146 a.C.), Roma foi implacável com o inimigo. Atacou e destruiu completamente a cidade, escravizando os sobre viventes. Com essa vitória, completou-se o ciclo de batalhas que dariam aos romanos o controle de grande parte do Mediterrâneo.
Pintura atríbuida a Jacopo RIpanda, século XVI, representan-
do o general cartaginês Aníbal avançando com o seu exército.
Uma nova cidade
As conquistas transformaram Roma. Os espólios de guerra e os tributos pagos pelos vencidos enriqueceram a cidade. A nobilitas, isto é, a aristocracia formada de patrícios e plebeus enriquecidos, foi o principal grupo grupo beneficiado. Seus membros, sobretudo os senadores, continuaram a controlar os principais cargos públicos, civis e militares, assumiram a administração dos novos territórios.
As guerras possibilitaram ainda a formação de um novo grupo social: o dos cavaleiros. Eram assim chamados porque sua fortuna pessoal possibilitava que eles servissem na cavalaria durante as guerras. A fortuna desse novo grupo social provinha da cobrança de impostos e do comércio nas áreas conquistadas, além do exercício de cargos públicos.
![]() |
| vinho e azeite, principais produtos produzidos nas terras conquistadas pelos romanos. |
A economia também se transformou. A obtenção de terras e escravos levou ao surgimento de propriedades escravistas, que produziam principalmente vinho e azeite. Senadores e cavaleiros geralmente possuíam tais fazendas, que exigiam um alto investimento para serem montadas. Mas isso não significou o desaparecimento da pequena propriedade camponesa, que continuou produzindo cereais e outros alimentos de subsistência. A conquista de um império proporcionou um grande aumento do comércio.
O conflito entre romanos e cartagineses teve outra consequência: a luta pelo controle do Mediterrâneo oriental. Aliados de Cartago, os macedônios resolveram atacar Roma. A síria também acabou se envolvendo no conflito. Os dois impérios foram derrotados e submetidos pelos romanos em 190 a.C
O governo nas áreas conquistadas
Aliados: cidades da Península Itálica que decidiram unir-se a Roma. Não pagavam tributos, mas forneciam soldados para o exércitos.
Municípios: nome dado aos territórios conquistados na Península Itálica. Tinham que pagar impostos e fornecer soldados para os exércitos.
Províncias: territórios conquistados fora da Península Itálica. Em geral, eram governadas por um magistrado romano e deviam pagar impostos. Algumas províncias gozava de maior autonomia.
Em geral, em todos território conquistado a cultura e a organização administra tiva local eram respeitadas.
A escravidão em Roma
As conquistas de Roma e a expansão pelas terras do Mediterrâneo provocaram muitas mudanças. A mão-de-obra escrava aumentou, já que os prisioneiros de guerra eram transformados em escravos. Nos campos, além de camponeses livres, contratados geralmente no períodos de colheita, passou a utilizar escravos nas grandes propriedades.
Os escravos podiam ser prisoneiros de guerra, filhos de escravos ou até mesmo homens livres que se vendiam para um senhor. Alguns pais pobres também vendiam os filos como escravo. O escravo era considerado, pela lei, um dos bens do seu senhor: podia ser vendido, alugado ou morto.
Com o aumento do escravismo também despontaram as revoltas de escravos. As primeiras rebeliões ocorreram na Sicília, entre 136 e 132 a.C., sucedidas por outras mais fracas em outras regiões. Em 73 a.C., em Cápua, no sul da Península Itálica, o gladiador Espártaco liderou uma revolta contra Roma que durou dois anos. A rebelião foi sufocada; seu líder morreu em batalha e certa de 6 mil pessoas foram crucificadas.
A revolta dos escravos que ocorreram na Península Itálica e na Sicília não tinham por objetivo abolir a escravidão. Os revoltosos pretendiam somente libertar-se e fundar novas comunidades ou regressar às suas pátrias.
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terça-feira, 22 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 3 - A república romana
Nova ordem política
Com a queda dos reis etruscos, o governo de Roma passou a ser uma rés pública, que em latim significa coisa pública. No período republicano, o Estado era considerado bem público, administrado pelos cidadãos.
Na república romana, porém, nem todos os cidadãos tinham o mesmo poder político. O poder maior passou a ser exercido por dois cônsules, escolhidos pelos patrícios no Senado. Eleitos para o mandado de um ano, os cônsules eram auxiliados pelos magistrados, pelo Senado e pelas assembléias.
Durante a república, havia em Roma três tipos de assembléia:
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| Esquema mostra os principais magistrados de Roma. (clique para ampliar.) |
- Assembléia por tribos: os cidadãos eram divididos pelo local de origem ou de residência.
- Assembléia por centúrias: divisão dos cidadãos de acordo com a riqueza e a participação no exército.
- Assembléias da plebe: formada apenas por plebeus.
Os patrícios elegiam os magistrados e os senadores e podiam ser eleitos ara esses cargos. já os plebeus elegiam os magistrados, mas não podiam ser candidatos. Dessa forma, apenas os patrícios se revezavam no poder e os plebeus ficavam excluídos. Essa situação gerou grande descontentamento dos plebeus.
A luta entre plebeus e patrícios
Patrícios e plebeus participavam da vida pública de Roma, mas de maneira diferente. O voto nos comícios por centúrias em Roma era censitário, ou seja, de acordo com a posição da pessoa no censo, a lista de cidadãos. Quando mais rico o cidadão, mais valia seu voto. Isso tirava o peso dos votos de muitos pebleus e fazia com que os patrícios controlassem as eleições dos magistrados.
Era possível observar a desigualdade entre patrícios e plebeus até na guerra. Após uma vitória romana, ocorria a divisão dos bens retirados dos inimigos, que incluíam escravos e terras. A divisão do espólio
era feita de acordo com a posse de armas. Como os patrícios detinham os
melhores armamentos, ficava com a maior parte do espólio.
Muitos pebleus, em geral pequenos proprietários rurais, eram
convocados para a guerra em plena época de plantio e colheita. Ao voltar da
guerra, viam-se obrigados a contrair empréstimos, usando sua propriedade como
garantia. Conforme a lei, os plebeus que não conseguissem pagar suas dívidas e
resgatar sua hipoteca perdiam suas propriedades e sua liberdade, tornando-se
escravos.
domingo, 29 de setembro de 2013
Exercícios Resolvidos - Mesopotâmia
Exercícios elaborados com base nas matérias:
Mesopotâmia
Trecho do código de Hamurábi
196º - Se alguém arranca o olho de um outro, seu olho deverá ser arrancado.
229º - Se um arquiteto constrói uma casa e ela cai, causando a morte do proprietário, o arquiteto deverá ser morto.
330º - Se o filho do proprietário morre, deverá ser morto o filho do arquiteto."
1. Considere as afirmações e assinale a alternativa incorreta.
I - O código de Hamurábi é a base do direito usado atualmente.
II- Pelo código, mesmo aquele que não tinha intenção de matar, deveria morrer.
III- O código não punia pessoas inocentes.
a.) Apenas a II está correta.
b.) Todas as afirmações, exceto a II estão corretas.
c.) Todas as afirmações estão incorretas.
d.) A I e a II estão incorretas.
2. "A mesopotâmia se dividia em duas partes: a Alta Mesopotâmia ou _______ e a Baixa Mesopotâmia ou _________, habitada pelos _______ e pelos caldeus."
a.) Assíria, Caldeia, suméricos
b.) Acad, Caldeia e babilônicos.
c.) Suméria, Acad e mesopotâmicos.
d.) Acad, Assíria, assírios.
3. "Os mesopotâmicos desenvolveram o primeiro sistemas de _______ da história, além de estudos de _____ e ______."
a.) Números, matemática, filosofia.
b.) Escrita, astronomia, matemática.
c.) Números, filosofia, astronomia.
d.) Escrita, astrologia, planetas.
4. Sobre os estudos astronômicos, assinale a alternativa correta.
a.) Previsão de eclipses.
b.) Elaboração de um calendário lunar de 12 meses.
c.) Astros celestes eram sinais de Deuses mesopotâmicos
d.) Todas as alternativas estão corretas.
5. "O novo império Babilônico teve ____ duração. Com a morte de _______, seguiu-se uma disputa pelo trono, que enfraqueceu o império. Em 539 a.C., os _____ conquistaram a cidade da ________."
a.) curta, Nabucodonosor, persas, Babilônia.
b.) curta, Ishtar, persas, Babilônia.
c.) curta, Hamurábi, gregos, Ur.
d.) curta, Lagash, bárbaros, Mesopotâmia
Gabarito (caso necessário selecione embaixo para visualizar)
1 - b) 2- a) 3 - b) 4 - d) 5 - a)
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
A civilização Grega - parte 5 - A implantação da democracia na Grécia Antiga
A colonização de novas terras possibilitou que o comércio entre as cidades crescesse e a riqueza fosse distribuída para indivíduos fora das elites. Tanto que, no início do século VII a.C., os camponeses, artesãos e comerciantes passaram a exigir maior participação na vida política das cidades.
A grave crise social gerada pela escassez de terras fez com que alguns aristocratas vissem a necessidade de implementar reformas. Sólon foi um desses aristocratas.
No final do século VI a.C., Sólon elaborou um código de leis que proibia a escravidão por dívidas, que afetava muitos camponeses pobres. Ele também estabeleceu que indivíduos mais pobres podiam votar na assembléia popular - a ekklésia -, que escolhia os magistrados. Foi criado ainda a boulé, conselho composto de 500 membros escolhidos pela ekklésia. Esse conselho elaborava leis a serem votadas pela assembléia popular.
Antes mesmo de terminar o século VI novas reformas ocorreram. A ekklésia e a boulé foram fortalecidas com a implementação de um sorteio para o preenchimento das magistraturas. Desse modo, qualque indivíduo, rico ou pobre, podia ser magistrado. Daí o nome desse tipo de governo: democracia (demos, o povo; kratos, poder, ou seja, poder ou governo do povo).
A grave crise social gerada pela escassez de terras fez com que alguns aristocratas vissem a necessidade de implementar reformas. Sólon foi um desses aristocratas.
No final do século VI a.C., Sólon elaborou um código de leis que proibia a escravidão por dívidas, que afetava muitos camponeses pobres. Ele também estabeleceu que indivíduos mais pobres podiam votar na assembléia popular - a ekklésia -, que escolhia os magistrados. Foi criado ainda a boulé, conselho composto de 500 membros escolhidos pela ekklésia. Esse conselho elaborava leis a serem votadas pela assembléia popular.
Antes mesmo de terminar o século VI novas reformas ocorreram. A ekklésia e a boulé foram fortalecidas com a implementação de um sorteio para o preenchimento das magistraturas. Desse modo, qualque indivíduo, rico ou pobre, podia ser magistrado. Daí o nome desse tipo de governo: democracia (demos, o povo; kratos, poder, ou seja, poder ou governo do povo).
O século de Péricles
| Acrópole de Atenas, na Grécia. A acrópole era a parte mais elevada da cidade, que servia de fortaleza e onde se construíam os templos. |
O regime democrático em Atenas atingiu seu auge sob a liderança do aristocrata Péricles, por volta do ano 440 a.C. Ele insistiu um pagamento para aqueles que exercessem funções pública. Assim, as pessoas mais pobres podiam servi à pólis e receber uma quantia em dinheiro por esse trabalho. Péricles ainda incentivava a atividade econômica e cultural na cidade e ordenou a reconstrução de acrópole, destruída pelos persas (veja a foto). O período em que Péricles comandou Atenas ficou conhecido como "O século de Péricles".
A sociedade ateniense
Em Atenas somente pequena parcela do povo tinha direito de participar da vida política. Isso acontecia porque apenas os homens adultos, filhos de pais atenienses, eram cidadãos e, portanto, podiam votar nas assembléias e ser magistrados.
Os cidadãos mais ricos eram em geral grandes proprietários de terras. Eles viviam nas cidades, onde se dedicavam à política, à filosofia e praticavam exercícios físicos. Os cidadãos menos ricos podiam ser donos de uma pequena oficina, onde trabalhavam com a ajuda de uns poucos escravos e de sua família. Podiam ainda ser donos de pequenos lotes agrícolas. Havia também cidadãos pobres, que trabalhavam em troca de salário.
Em Atenas, estrangeiros, mulheres e escravos não eram considerados cidadãos.
Os estrangeiros
Os estrangeiros, conhecidos como metecos, não podiam possuir terras no território da cidade e pagavam um imposto pessoal. Muitos deles trabalhavam no comércio, no artesanato e praticavam o empréstimo de dinheiro a juros. Havia metecos donos de grandes fortunas e outros que trabalhavam em troca de salário.
Mulheres e escravos
A vida dos escravos e das mulheres variava de acordo com a casa em que viviam. As mulheres pobres tinham que preparar os alimentos e cuidar dos filhos, atividades que as mais ricas podiam deixar a cargo de escravos ou escravas.
Os escravos eram em geral prisioneiros de guerra ou filhos de escravos. Eles trabalhavam em campos, em minas e na produção artesanal. A maioria deles vivia nas cidades.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A civilização Grega - parte 4 - A vida política na Grécia Antiga
A Atenas aristocrática
Por volta de VII a.C., a realiza já não tinha tanto poder. O rei se tornou apenas um dos nove ardontes, funcionários do Estados nomeados anualmente. Até esse momento, os aristocratas detinham o poder político.
A oligarquia espartana
| Guerreiro espartano com capacete e atirando em sua lança. |
A sociedade espartana era bem diferente da de Atenas. Em Esparta, todos os cidadãos podiam participar da assembléia, chamada de apela, que era na verdade mais uma reunião de soldados do que em um lugar de debate político. Quem governava de ato a cidade eram membros da gerúsia, conselho formado por anciãos das famílias mais ricas da gerúsia. Por isso, o governo espartano é chamado de oligárquico, ou seja, governo exercido por uma minoria.
O domínio dos esparciatas
Os cidadãos espartanos descendiam dos antigos dórios. Conhecidos como esparciatas ou iguais, só eles podiam participar da vida política da cidade. Proprietários das melhores terras da região, os esparciatas eram proibidos de exercer qualquer atividade econômica. Eles se dedicavam à política e principalmente aos preparativos para a guerra.
Havia também os periecos, que descendiam dos povos conquistados pelos dórios. Os periecos eram homens livres e se dedicavam ao comércio, ao artesanato, ou possuíam pequenas propriedades agrícolas. Eram obrigados a cultivar um lote especial de sua propriedade para os reis espartanos. Em época de guerra, os periecos também participavam do exército.
Na base social espartana apareciam os hilotas, população servil que habitava as terras conquistadas pelos antigos dórios. Por resistir ao domínio espartano, eles foram subjugados e transformados em servos. Os hilotas trabalhavam em propriedades do Estado e dos cidadãos espartanos e não podiam abandonar as terras
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O surgimentos das cidades
A civilização Grega - Parte 3 - As origens da civilização
Do genos à cidade-Estado
| Ânfora grega em cerâmica, utilizada para guardar vinho. |
A ruína dos palácios provocou o fim do poder dos reis. A aristocracia guerreira manteve controle sobre os camponeses, mas dentro do grupo aristocrático vários gené (plural de genos) buscavam concentrar poder.
O genos era uma grande família aristocrática que acreditava ter um descendente em comum (que podia ser até um deus). O genos era formado pelos membros de uma família e por seus dependentes, escravos ou livres. O genos incluía também toda a propriedade - gado, terras, casas - sob a autoridade do chefe da família.
O chefe do genos mais poderoso era o rei da comunidade e governava com o auxílio de uma assembléia de guerreiros. A assembléia discutia os assuntos de interesse da comunidade e tinha como princípio igualdade entre todos os aristocratas. Essa forma de governar a comunidade deu origem a um tipo específico de organização política: a pólis ou cidade-Estado. Isso ocorreu por volta dos séculos VIII e VII a.C.
A cidade-Estado grega
![]() |
| Moedas gregas dos séculos V-III a.C. |
A pólis pode ser definida como uma comunidade de cidadãos livres que se autogovernavam. Para tanto, dispunham de assembléias e magistrados, e de um conselho que preparava os pontos a serem discutidos nas assembléias, nos conselhos e nas magistraturas.
Com o tempo, a cidadania foi se ampliando para outros grupos sociais, enfraquecendo os gené. Alguns fatores contribuíram para isso, como a expansão grega pelo Mar Mediterrâneo.
A expansão colonial grega
Por volta dos séculos IX e VIII a.C., a população cresceu rapidamente na Grécia, e as terras agrícolas tornaram-se insuficientes. A constante divisão de terras entre os membros dos gené (do pai para os filhos homens) foi diminuindo de tamanho das terras cultiváveis necessárias para manter as famílias. Em contrapartida, os aristocratas tinham mais terras que os camponeses pobres, que se viam obrigados a trabalhar para eles e acabavam endividados, tornando-se, às vezes, escravos. Essa situação gerou fortes tensões sociais.
Uma forma de obter novas terras e resolver a crise era fundar colônias em outras regiões do Mar Mediterrâneo. As colônias eram chamadas pelos gregos de apoikiai, ou seja, "afastamento de casa". Elas mantinham laços estreitos com a cidade-mãe, mas eram independentes e podiam até criar outras colônias. Dessa maneira, os gregos foram se espalhando pelo Mediterrâneo.
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domingo, 15 de setembro de 2013
A Civilização Grega - Parte 1 - A origem da civilização
A Grécia atual
| Bandeira da atual Grécia |
A Grécia que conhecemos hoje é um país europeu localizado no sul da penísula Balcânica. Por ter relevo montanhoso e clima relativamente seco, apenas um terço do território é ocupado com atividades agrícolas. Os agricultores gregos cultivam principalmente tabaco, algodão, fico, maçã e azeitona, da qual se fabrica o azeite. A Grécia é um dos países europeus mais visitados por turistas estrangeiros, o que faz do turismo uma importante fonte de renda para a população.
No território grego atual, podemos encontrar vestígios da antiga civilização grega, como pinturas, esculturas, vasos ruínas de templos, teatros e outras construções. A língua falada na Grécia atual, apesar das diferenças, também deriva do antigo grego.
Grécia, um território favorecido pelo mar
Podemos dividir a Grécia antiga em três partes: o sul da Península dos Bálcãs (Grécia Continental), a Península do Peloponeso (Grécia peninsular), um grande número de ilhas no Mar Egeu (Grécia insular) e costa da Ásia menor. Todas estas regiões são circundadas por mares (veja o mapa ao lado).
A partir do século VIII a.C., os gregos se expandiram pelas terras banhadas pelo Mar Mediterrâneo e ocuparam o sul da Itália (Magna Grécia), da França e da Península Ibérica, a região do Mar Negro e áreas do continente asiático.
O litoral grego é formado por um grande número de baías, golfos e portos naturais. Essa característica geográfica explica a importância que a navegação, a pesca e o comércio marítimo tiveram para os antigos gregos.
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A partir do século VIII a.C., os gregos se expandiram pelas terras banhadas pelo Mar Mediterrâneo e ocuparam o sul da Itália (Magna Grécia), da França e da Península Ibérica, a região do Mar Negro e áreas do continente asiático.
O litoral grego é formado por um grande número de baías, golfos e portos naturais. Essa característica geográfica explica a importância que a navegação, a pesca e o comércio marítimo tiveram para os antigos gregos.
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
Hebreus parte 5 - Vida dos Hebreus
O território onde os hebreus se fixaram caracteriza-se por quatro regiões distintas:
Os hebreus que habitavam terra mais férteis eram sedentários: cultivavam trigo, cevada, lentilhas, pepinos, cebolas, oliveiras, videiras e figueiras.Também era comum a criação de abelhas para a coleta de mel.
Nas terra mais pobres, a população era nômade e praticava o pastoreiro de ovelhas e cabras. Era comum serem vistos grupos de homens vagando com seus rebanhos em busca de pastagens. Nas cidades havia muitos artesãos: ouvires, carpinteiros, ceramistas. A cidade abrigava também mercadores que comercializavam com Egito, Síria e as ilhas gregas.
Veja também a parte 6
![]() |
| Cebola, lentilha, trigo e videira, produtos cultivados pelos Hebreus |
- a costa do Mar Mediterrâneo;
- as montanhas da Galiléia, Samaria e Judéia.
- os vales, particularmente o do Rio Jordão
- o deserto.
Os hebreus que habitavam terra mais férteis eram sedentários: cultivavam trigo, cevada, lentilhas, pepinos, cebolas, oliveiras, videiras e figueiras.Também era comum a criação de abelhas para a coleta de mel.
Nas terra mais pobres, a população era nômade e praticava o pastoreiro de ovelhas e cabras. Era comum serem vistos grupos de homens vagando com seus rebanhos em busca de pastagens. Nas cidades havia muitos artesãos: ouvires, carpinteiros, ceramistas. A cidade abrigava também mercadores que comercializavam com Egito, Síria e as ilhas gregas.
Veja também a parte 6
sábado, 1 de setembro de 2012
Fenícia - Parte 2
♫ O alfabeto fenício
O alfabeto fenício desenvolveu-se diretamente das escritas lineares mais antigas.
A escrita linear surgiu aproximadamente em 3500 a.C., na região da Mesopotâmia, como resultado do uso de desenhos em sequencia. Atualmente o sistema linear pode ser observado em diversas línguas. Algumas línguas são escritas ordenadamente em colunas verticais, como o chinês e o japonês; outras como o português e o hebraico, são em linhas horizontais.
A maior contribuição dos Fenícios, porém, foi terem conseguido representar todos os sons de sua língua com apenas 22 letras. Ao desenvolver letras que representavam sons, os fenícios criaram o alfabeto. Ele foi adaptado pelos gregos, que acrescentaram as vogais.
♫ A religião dos Fenícios
Apesar de estarem ligados ao mar, a agricultura e o pastoreiro foram a base da alimentação dos fenícios. Talvez isso explique a razão de suas divindades religiosas estarem associadas às forças da natureza, aos astros e à fertilidade.
A religião fenícia sofreu muita influência dos mitos caldeus egípcios. Os deuses fenícios são chamados de Baal e Baalat, "senhor" e "senhora", porque era proibido pronunciar seus verdadeiros nomes. O culto aos deuses era feito com oferendas de vegetais e animais e, ocasionalmente com sacrifícios humanos, inclusive de crianças.
♫ A Fenícia e os impérios
A Fenícia se localizava em uma região de passagem entre os povos da Ásia e o Egito. Por essa razão, todos os grandes impérios da Antiguidade, formados nas proximidades do Mar Mediterrâneo, apoderaram-se do território fenício. Foi o caso dos impérios egípcios, assírio, caldeu, macedônico e romano. O resultado disso foi que os fenícios receberam diversas influencias culturais, que depois eles se encarregaram de adaptar e difundir pela região do Mediterrâneo.
Fiim!!
Veja também:
Primeiras cidades: O comércio e a divisão do trabalho
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Índia Parte 1: A civilização Harapense
○ Às margens do Rio Indo
Como a China, a presença de grandes rios foi fundamental para o desenvolvimento da civilização indiana antiga.
A ocupação da Planície Indo-gangética é muito antiga. Alguns arqueólogos afirmam que existem vestígios dessa ocupação datados de 5000 a.C. Da ocupação inicial desenvolveu-se a cultura harapense, localizada às margens do Rio Indo
○ A cultura Harapense
Por volta de 2500 a.C., quando os europeus ainda viviam em pequenas aldeias, na Índia já existiam imensas cidades, como Harapa e Mohenjo-Daro. Elas se localizavam no Vale do Rio Indo, onde hoje está o Paquistão. A população dessas cidades podia usufruir de sistemas eficientes de fornecimento de água e de coleta de esgotos. Acredita-se que os seus moradores tinham relações comerciais com as cidades da Mesopotâmia e estenderam seus domínios para outras regiões da Índia.
Por quase sete séculos, a cidade de Harapa foi o maior e mais populoso centro econômico do Vale do Indo. Entre 40 mil e 80 mil pessoas podem ter vivido na cidade. Essa cidade era circundada por grandes muralhas e tinham espaçosas avenidas separando seus bairros.
○ A atividade agrícola
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| Damasco, trigo e ervilha eram cultivados na civilização harapense. |
A Agricultura constituía a base econômica da civilização harapense. Os camponeses cultivavam trigo, cevado, ervilha, melão, damasco, gergelim e outros produtos. Os habitantes do Vale do Indo foram os primeiros cultivadores de algodão, cuja fibras eram usadas para produzir tecidos. As boas colheitas também resultavam da construção de reservatórios de água e canais de irrigação
Veja a continuação:
Índia parte 2: A civilização Harapense
Veja a continuação:
Índia parte 2: A civilização Harapense
sábado, 18 de agosto de 2012
O milho, da América para o mundo (Parte 2)
♠ O milho mudou a vida dos americanos
Com o tempo, o cultivo do milho liberou as pessoas da tarefa diária de caçar animais para garantir o sustento das aldeias. Como o milho seco pode ser estocado por vários meses, é possível armazenar grandes quantidades do produto para abastecer os habitantes em épocas de secas ou enchentes.
Nas habitações americanas, o milho seco era armazenado em vasilhas de cerâmica. Antes de ser consumido, era socado e com ele se fabricava uma farinha usado no preparo de vários pratos, como angus, tortillas e mingaus. O milho verde podia ser consumido cozido ou assado.
Os indígenas brasileiros também cultivavam o milho. Mas ele não tinha a mesma importância que para os outros povos americanos. Os nossos indígenas aproveitavam o milho comendo as espigas assadas ou preparando uma espécie de vinho, consumido em época de festas.
Nas habitações americanas, o milho seco era armazenado em vasilhas de cerâmica. Antes de ser consumido, era socado e com ele se fabricava uma farinha usado no preparo de vários pratos, como angus, tortillas e mingaus. O milho verde podia ser consumido cozido ou assado.
Os indígenas brasileiros também cultivavam o milho. Mas ele não tinha a mesma importância que para os outros povos americanos. Os nossos indígenas aproveitavam o milho comendo as espigas assadas ou preparando uma espécie de vinho, consumido em época de festas.
♠ O milho conquistou o mundo
Quando os europeus chegaram à América, em 1492, o milho era cultivado tanto no norte como no sul do continente. O produto logo chamou atenção dos conquistadores, que o levaram para a Europa, junto com outros produtos americanos, como o tomate e a batata.
Devido à facilidade de adaptação, a planta rapidamente se espalhou por toda a Europa, entrando nas cozinhas ricas e pobres, sendo usado no preparo de vários pratos. Na Itália, o milho tornou-se a base da conhecida polenta; Em Portugal e na Espanha , era usado para preparar broas, caldos, farinhas e pães.
Da Europa, o milho foi levado para a África e Ásia, onde passou a ser usado como alimento e ração animal.
Fim!
Veja também:
Mesopotâmia: uma história de grandes Imperios
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
América: O milho, da América para o mundo (Parte 1)
♠ Milho: um cereal nutritivo
O milho é um cereal, isto é, um tipo de grão usado como alimento.
As vitaminas e sais minerais do milho são importantes na alimentação: ajudam no funcionamento do sistema nervoso e favorecem o crescimento e a resistência do organismo às infecções.
O milho é um dos produtos agrícolas mais consumidos no mundo, tanto por humanos como por animais domesticados.
Existem cerca de 400 tipos de milho, observe na imagem ao lado os tipos mais comuns.
♠ O início do cultivo do milho
As primeiras espigas de milho tinham menos de 3 centímetros de comprimento e seus grãos eram tão pequenos como os de arroz. Ao amadurecer, os grãos caíam no chão e germinavam, como acontece com muitas outras plantas.
Os vestígios mais antigos de espigas de milho cultivado foram encontrados em áreas próximas à atual Cidade do México, no México. Por isso é provável que o cultivo do milho tenha começado naquela região.
Do México, o milho foi levado à América Central e à do Sul e se transformou em um dos mais importantes produtos da alimentação de povos americanos
Veja a continuação desse post:
O milho, da América para o mundo (Parte 2)
O milho, da América para o mundo (Parte 2)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
China Parte 4: A vida dos camponeses e dos nobres no período Chou (Zhou)
A sociedade chinesa dividia-se em dois grupos principais: camponeses e nobres. Entre eles havia grandes diferenças.
♦ Os nobres
Os nobres eram os proprietários das terras e viviam da exploração do trabalho dos camponeses. Eles se organizavam em clãs, ou seja, grupo de pessoas que que descendiam de um ancestral comum. Esses antepassado tinha sido uma pessoa ilustre, como, por exemplo, um grande conquistador, ou um rei. Alguns nobres alegavam ter por antepassado comum um animal ou até mesmo uma planta.
Nas famílias nobres, o homem exercia autoridade sobre todos os membros: tinha poder para decidir se uma criança recém-nascida ficaria na casa ou seria rejeitada, julgava e punia os crimes cometidos na comunidade e podia possuir várias esposas.
♠ O destino das Crianças
A vida, a morte ou o abandono do recém-nascido dependiam da decisão do pai. Os nascido numa data ruim, os deficientes e os trigêmeos em geral eram condenados à morte ou abandono.
Após o nascimento, seguia-se um ritual. Isolava-se a criança em um quarto, onde ficava sem cuidados e alimentação por 3 dias. No terceiro dia, o pai decidia, então, o destino da criança. Se a decisão fosse vida, a criança era conduzida à presença da mãe para ser alimentado pela primeira vez.
♦ Os camponeses
A vida dos camponeses era regida pelas estações do ano. No verão, época das plantações, eles viviam no campo, habitando pequenas choupanas. No inverno, retiravam-se para as aldeias, onde esperavam a primavera, dedicando-se ao artesanato e preparando as festividades coletivas.
Os camponeses cultivavam as terras de seus senhores, com quem dividiam os frutos das colheitas. Cada família tinha o direito de cultivar uma parte do terreno para si. No centro da propriedade, ficavam as terras cuja produção destinava-se ao senhor.
Com o tempo, cresceram os setores intermediários da sociedade, representados principalmente por mercadores, funcionários do estado, artesãos e escribas. Na dinastia Chou, houve também uma grande expansão do número de escravos, formados por habitantes das aldeias conquistadas.
Veja outros posts do Artigo China. Segue o Link:
China Parte 1
China Parte 2
China Parte 3
China Parte 5
China Parte 6
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
China Parte 3: A economia chinesa do período Chou (Zhou)
♦ A Agricultura Chinesa
A base da atividade agrícola, ao norte, era o cultivo do painço, uma espécie de gramínea usada na alimentação humana e de animais domésticos. Também se cultivavam cevada, arroz (no sul e no nordeste), trigo, melão, abóbora, pepino, cebola, alho e outros produtos. Destacavam-se também as culturas de amoreira, cuja folhas eram usadas como alimento para as criações de bicho-da-seda, e do cânhamo, utilizado na produção de tecidos.
No período Chou (Zhou), houve algumas inovações técnicas. Há indícios de uso de bovinos para arar a terra e a prática da rotação de culturas, o que permitiu o aumento da produção agrícola. Além disso, os chineses desenvolveram um eficiente sistema de irrigação, aproveitando as águas dos rios, principalmente do Rio Amarelo.
♦ Outras atividades econômicas
Na China da Dinastia Chou, havia também uma intensa exploração de madeiras e criava-se gado. No artesanato desse período, destacaram-se a tecelagem da seda, atividade executada em geral pelas mulheres, e a fabricação de objetos de madeira e bronze. Muitas das peças produzidas pelos artesãos desse período baseavam-se nas técnicas desenvolvidas do período Chang (Shang).
As atividades comerciais se desenvolveram na China durante a época Chang. Os primeiros objetos usados como moeda foram tipos de conchas, mais tarde substituídos por peças de osso. No período Chou, as operações comerciais passaram a ser feitas com objetos de cobre.
A ampliação das atividades mercantis levou governos a investir na construção e na manutenção das estradas, por onde passavam caravanas de mercadores e veículos que transportavam pessoas. O transporte fluvial tinham pouca expressão
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