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sábado, 25 de outubro de 2014
História Antiga - aula 02 - A Mesopotâmia
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013
A civilização Romana - parte 4 - Primeiras conquistas
A conquista dos plebeus
Os plebeus começaram a se rebelar contra essa situação de desigualdade. As revoltas possibilitaram inúmeras conquistas, como o estabelecimento das leis escritas e restrições à escravidão por dívidas.
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Observe no quadro ao lado o resultado das lutas plebéias.
Ao longo de quase 200 anos, essas lutas transformaram a sociedade romana, aumentando a participação política da população.
Os escravos, porém, continuaram fora das decisões políticas, pois não eram cidadãos. Também não devemos esquecer que havia plebeus pobres e ricos. A entrada de plebeus ricos no senado e seu acesso às magistraturas levaram à formação de uma nova aristocracia, a nobilitas, formada pelas famílias ricas patrícias e plebeus enriquecidos.
O controle da Península Itálica
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O início do processo de expansão territorial ocorreu simultaneamente aos conflitos entre patrícios e plebeus. As guerras que os romanos travaram com povos vizinhos tinham por objetivo defender seu território de saques e obter terras para uma população que crescia cada vez mais.
No século IV a.C., Roma controlava o centro da Península Itálica (veja o mapa.). Ao norte, porém, sofria pressão dos gauleses, que saquearam a cidade em 390 a.C. Ao sul, enfrentavam a ameaça das colônias gregas. Mas, no século I a.C., por meio de guerras e acordos políticos, Roma passou a ter controle quase total da península.
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
A civilização Grega - parte 5 - A implantação da democracia na Grécia Antiga
A colonização de novas terras possibilitou que o comércio entre as cidades crescesse e a riqueza fosse distribuída para indivíduos fora das elites. Tanto que, no início do século VII a.C., os camponeses, artesãos e comerciantes passaram a exigir maior participação na vida política das cidades.
A grave crise social gerada pela escassez de terras fez com que alguns aristocratas vissem a necessidade de implementar reformas. Sólon foi um desses aristocratas.
No final do século VI a.C., Sólon elaborou um código de leis que proibia a escravidão por dívidas, que afetava muitos camponeses pobres. Ele também estabeleceu que indivíduos mais pobres podiam votar na assembléia popular - a ekklésia -, que escolhia os magistrados. Foi criado ainda a boulé, conselho composto de 500 membros escolhidos pela ekklésia. Esse conselho elaborava leis a serem votadas pela assembléia popular.
Antes mesmo de terminar o século VI novas reformas ocorreram. A ekklésia e a boulé foram fortalecidas com a implementação de um sorteio para o preenchimento das magistraturas. Desse modo, qualque indivíduo, rico ou pobre, podia ser magistrado. Daí o nome desse tipo de governo: democracia (demos, o povo; kratos, poder, ou seja, poder ou governo do povo).
A grave crise social gerada pela escassez de terras fez com que alguns aristocratas vissem a necessidade de implementar reformas. Sólon foi um desses aristocratas.
No final do século VI a.C., Sólon elaborou um código de leis que proibia a escravidão por dívidas, que afetava muitos camponeses pobres. Ele também estabeleceu que indivíduos mais pobres podiam votar na assembléia popular - a ekklésia -, que escolhia os magistrados. Foi criado ainda a boulé, conselho composto de 500 membros escolhidos pela ekklésia. Esse conselho elaborava leis a serem votadas pela assembléia popular.
Antes mesmo de terminar o século VI novas reformas ocorreram. A ekklésia e a boulé foram fortalecidas com a implementação de um sorteio para o preenchimento das magistraturas. Desse modo, qualque indivíduo, rico ou pobre, podia ser magistrado. Daí o nome desse tipo de governo: democracia (demos, o povo; kratos, poder, ou seja, poder ou governo do povo).
O século de Péricles
| Acrópole de Atenas, na Grécia. A acrópole era a parte mais elevada da cidade, que servia de fortaleza e onde se construíam os templos. |
O regime democrático em Atenas atingiu seu auge sob a liderança do aristocrata Péricles, por volta do ano 440 a.C. Ele insistiu um pagamento para aqueles que exercessem funções pública. Assim, as pessoas mais pobres podiam servi à pólis e receber uma quantia em dinheiro por esse trabalho. Péricles ainda incentivava a atividade econômica e cultural na cidade e ordenou a reconstrução de acrópole, destruída pelos persas (veja a foto). O período em que Péricles comandou Atenas ficou conhecido como "O século de Péricles".
A sociedade ateniense
Em Atenas somente pequena parcela do povo tinha direito de participar da vida política. Isso acontecia porque apenas os homens adultos, filhos de pais atenienses, eram cidadãos e, portanto, podiam votar nas assembléias e ser magistrados.
Os cidadãos mais ricos eram em geral grandes proprietários de terras. Eles viviam nas cidades, onde se dedicavam à política, à filosofia e praticavam exercícios físicos. Os cidadãos menos ricos podiam ser donos de uma pequena oficina, onde trabalhavam com a ajuda de uns poucos escravos e de sua família. Podiam ainda ser donos de pequenos lotes agrícolas. Havia também cidadãos pobres, que trabalhavam em troca de salário.
Em Atenas, estrangeiros, mulheres e escravos não eram considerados cidadãos.
Os estrangeiros
Os estrangeiros, conhecidos como metecos, não podiam possuir terras no território da cidade e pagavam um imposto pessoal. Muitos deles trabalhavam no comércio, no artesanato e praticavam o empréstimo de dinheiro a juros. Havia metecos donos de grandes fortunas e outros que trabalhavam em troca de salário.
Mulheres e escravos
A vida dos escravos e das mulheres variava de acordo com a casa em que viviam. As mulheres pobres tinham que preparar os alimentos e cuidar dos filhos, atividades que as mais ricas podiam deixar a cargo de escravos ou escravas.
Os escravos eram em geral prisioneiros de guerra ou filhos de escravos. Eles trabalhavam em campos, em minas e na produção artesanal. A maioria deles vivia nas cidades.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A civilização Grega - Parte 3 - As origens da civilização
Do genos à cidade-Estado
| Ânfora grega em cerâmica, utilizada para guardar vinho. |
A ruína dos palácios provocou o fim do poder dos reis. A aristocracia guerreira manteve controle sobre os camponeses, mas dentro do grupo aristocrático vários gené (plural de genos) buscavam concentrar poder.
O genos era uma grande família aristocrática que acreditava ter um descendente em comum (que podia ser até um deus). O genos era formado pelos membros de uma família e por seus dependentes, escravos ou livres. O genos incluía também toda a propriedade - gado, terras, casas - sob a autoridade do chefe da família.
O chefe do genos mais poderoso era o rei da comunidade e governava com o auxílio de uma assembléia de guerreiros. A assembléia discutia os assuntos de interesse da comunidade e tinha como princípio igualdade entre todos os aristocratas. Essa forma de governar a comunidade deu origem a um tipo específico de organização política: a pólis ou cidade-Estado. Isso ocorreu por volta dos séculos VIII e VII a.C.
A cidade-Estado grega
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| Moedas gregas dos séculos V-III a.C. |
A pólis pode ser definida como uma comunidade de cidadãos livres que se autogovernavam. Para tanto, dispunham de assembléias e magistrados, e de um conselho que preparava os pontos a serem discutidos nas assembléias, nos conselhos e nas magistraturas.
Com o tempo, a cidadania foi se ampliando para outros grupos sociais, enfraquecendo os gené. Alguns fatores contribuíram para isso, como a expansão grega pelo Mar Mediterrâneo.
A expansão colonial grega
Por volta dos séculos IX e VIII a.C., a população cresceu rapidamente na Grécia, e as terras agrícolas tornaram-se insuficientes. A constante divisão de terras entre os membros dos gené (do pai para os filhos homens) foi diminuindo de tamanho das terras cultiváveis necessárias para manter as famílias. Em contrapartida, os aristocratas tinham mais terras que os camponeses pobres, que se viam obrigados a trabalhar para eles e acabavam endividados, tornando-se, às vezes, escravos. Essa situação gerou fortes tensões sociais.
Uma forma de obter novas terras e resolver a crise era fundar colônias em outras regiões do Mar Mediterrâneo. As colônias eram chamadas pelos gregos de apoikiai, ou seja, "afastamento de casa". Elas mantinham laços estreitos com a cidade-mãe, mas eram independentes e podiam até criar outras colônias. Dessa maneira, os gregos foram se espalhando pelo Mediterrâneo.
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domingo, 15 de setembro de 2013
A Civilização Grega - Parte 2 - A origem da civilização
A cultura cretense Grega
As primeiras organizações políticas que apareceram nas ilhas do Mar Egeu eram semelhantes àquelas do Egito antigo e da Mesopotâmia. Na ilha de Creta, por volta de 200 a.C., existiam luxuosos palácios nos quais residiam reis. Os palácios mais importantes se localizavam na cidade de Cnossos.
Os reis cretenses controlavam grande extensões de terras, onde trabalhavam muitos camponeses. Esses trabalhadores pagavam tributos ao governo na forma de produtos agrícolas. Os escribas encarregavam-se de registrar os tributos recolhidos pelo Estado e arquivar as anotações nos palácios.
Os historiadores não sabem ao certo a origem dos cretenses, mas é certo que eles não eram gregos. Sua escrita ainda não foi decifrada pelos estudiosos.
Por volta de 1450 a.C., os palácios cretenses foram destruídos, provavelmente pelas invasões dos aqueus, um povo indo-europeu. Os aqueus são considerados antepassados dos gregos. A escrita dos aques foi preservada em tabuinhas em cerâmica e decifrada na década de 1950. Ao decrifrá-ça, os estudiosos descobriram que se tratava de um dialeto grego.
| Ruína da "Porta dos Leões", na cidade de Micenas, construção de cerca de 1300 a.C. |
A sociedade micênica
Micenas, na Grécia peninsular foi uma das mais importantes cidades fundadas pelos aqueus. A sociedade micênica também estava organizada em torno do palácio. O rei e uma aristocracia guerreira mantinham o controle sobre a população dos camponeses. A cidade de Tróia, que aparece no poema Ilíada, de Homero, foi atacada pelos aqueus no século XIII a.C.
Os palácios micênicos foram destruídos em torno de 1220 a.C., mas as razões desse fato ainda não são claras. Nessa mesma época, os dórios estabeleceram-se em Creta e na Grécia peninsular; os jônios e os eólios ocuparam a Grécia continental. Os aqueus, os dórios, os jônios e os eólios, todos povos indo-europeus, deram origem aos gregos.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Hebreus parte 3 - Um rei para Israel
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| Saul, primeiro rei israelita |
Com a morte de Saul, sei filho Davi subiu ao trono e reinou de 1000 a 960 a.C. O novo rei conquistou a cidade de Jerusalém e transformou-a na capital do reino. Davi também expandiu as fronteiras por meio de inúmeras guerras, até mesmo contra os filisteus, e fez alianças com as cidades fenícias.
◄ O reinado de Salomão
| Replica do Templo de Salomão |
O auge do poder monárquico em Israel deu-se no reinado de Salomão, filho de Davi. Ele reforçou o exército, elevou os impostos e estabeleceu relações comerciais com reinos da Arábia e da África. Foi também durante o reinado que se construiu o primeiro Templo de Jerusalém (ver imagem).
Com a morte de Salomão, por volta de 920 a.C., seu filho Roboão assumiu o reino e manteve a política de altos impostos. A população rebelou-se e reino foi dividido em dois: Israel e Judá (veja mapa). Dez tribos fizeram parte do reino de Israel, que se manteve independente até 722 a.C., quando foi conquistado pelos assírios.
O reino de Judá, tinha a capital em Jerusalém. Foi formado pela tribo de Judá e metade da tribo de Benjamim. Em 587 a.C o reino de Judá foi conquistado pelo rei Nabucodonosor, e parte da população foi levada para Babilônia.
veja também a parte 4!
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
China Parte 2: As primeiras dinastias
♦ As primeiras dinastias
Por volta do ano de 1600 a.C., começaram a aparecer na China sinais de centralização política. Nesse período, apareceram as primeiras cidades fortificadas, desenvolveu-se a metalurgia do bronze e criou-se o primeiro sistema de escrita chinês.
Todas essas mudanças ocorreram durante a dinastia Shang, que se iniciou quando o rei Chengtang impôs seus domínios sobre as regiões central e leste do Vale do Rio Amarelo e estabeleceu a capital do governo na cidade de Xibo. Depois disso, a capital da dinastia foi mudada várias vezes, até ser estabelecida em Yin, perto da atual cidade de Anyang.
Na cidade de Xibo, havia palácios também rodeados de muralhas construídas para defender o cetro decisório do governo. Os achados indicam que a cidade era bastante desenvolvida, com edifícios bem planejados e com um eficiente sistema de defesa.
♦ O fim da dinastia Shang
Por volta do século XII a.C., um povo vindo do oeste começou a abalar o poderio da dinastia Shang. Eram os Chou, originários do vale do Rio Wei. Os Chou tinham se tornado muito poderosos e a cada ano, expandiam os seus domíneos, tomando áreas do território Chang e distribuindo-as a seus aliados. A queda definitiva dos reis Chang ocorreu com a tomada da capital, a cidade de Yin, onde se estabeleceu a nova dinastia. A dinastia Chou foi a mais longa da história chinesa, durando até o seculo III a.C
Veja também as outras parte desse Tópico. Segue o Link:
sábado, 5 de março de 2011
Primeiras cidades: A centralização Política
Com o desenvolvimento da agricultura e o aumento populacional, tounou-se necessário organizar melhor o trabalho na sociedade. Esse trabalho de coordenação era feito pela família mais poderosa, qua assumia o controle da produção de alimentos e da construção de obras públicas, como canais de irrigação e diques. O chefe dessa família passava então a ser um rei.
Para conseguir estender esse controle sobre toda a população, o rei utilizava seus própios servidores. Entre essas servidores, uns eram encarregados de resistrar as colheitas, outros eram respónsaveis pelo armazenamento do grãos, e assim por diante.
Originou-se assim uma organização de pessoas com plena autoridade sobre a população, que podiam, por exemplo, criar e cobrar impostos, organizar a defesa, fazer as leis e julgar os crimes. É o que chamamos de processo de centralização política ou de formação do Estado. O palácio era o local onde essas pessoas se reuniam com o rei.
Alem do palácio, existiam os templos, onde os sacerdotes cultuavam os deuses protetores da cidade.
Veja também:
O surgimento da Vida no Planeta
China Parte 3: A economia chinesa do período Chou (Zhou)
Para conseguir estender esse controle sobre toda a população, o rei utilizava seus própios servidores. Entre essas servidores, uns eram encarregados de resistrar as colheitas, outros eram respónsaveis pelo armazenamento do grãos, e assim por diante.
Originou-se assim uma organização de pessoas com plena autoridade sobre a população, que podiam, por exemplo, criar e cobrar impostos, organizar a defesa, fazer as leis e julgar os crimes. É o que chamamos de processo de centralização política ou de formação do Estado. O palácio era o local onde essas pessoas se reuniam com o rei.
Alem do palácio, existiam os templos, onde os sacerdotes cultuavam os deuses protetores da cidade.
Veja também:
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China Parte 3: A economia chinesa do período Chou (Zhou)
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