sábado, 18 de agosto de 2012

O milho, da América para o mundo (Parte 2)

♠ O milho mudou a vida dos americanos

Com o tempo, o cultivo do milho liberou as pessoas da tarefa diária de caçar animais para garantir o sustento das aldeias. Como o milho seco pode ser estocado por vários meses, é possível armazenar grandes quantidades do produto para abastecer os habitantes em épocas de secas ou enchentes.
Nas habitações americanas, o milho seco era armazenado em vasilhas de cerâmica. Antes de ser consumido, era socado e com ele se fabricava uma farinha usado no preparo de vários pratos, como angus, tortillas e mingaus. O milho verde podia ser consumido cozido ou assado.
Os indígenas brasileiros também cultivavam o milho. Mas ele não tinha a mesma importância que para os outros povos americanos. Os nossos indígenas aproveitavam o milho comendo as espigas assadas ou preparando uma espécie de vinho, consumido em época de festas.

♠ O milho conquistou o mundo

Quando os europeus chegaram à América, em 1492, o milho era cultivado tanto no norte como no sul do continente. O produto logo chamou atenção dos conquistadores, que o levaram para a Europa, junto com outros produtos americanos, como o tomate e a batata.
Devido à facilidade de adaptação, a planta rapidamente se espalhou por toda a Europa, entrando nas cozinhas ricas e pobres, sendo usado no preparo de vários pratos. Na Itália, o milho tornou-se a base da conhecida polenta; Em Portugal e na Espanha , era usado para preparar broas, caldos, farinhas e pães.
Da Europa, o milho foi levado para a África e Ásia, onde passou a ser usado como alimento e ração animal.

Fim!

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